| Processo: | 13/17696-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2016 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Aeroespacial |
| Pesquisador responsável: | Rogério de Moraes Oliveira |
| Beneficiário: | Rogério de Moraes Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Pesquisadores associados: | Carina Barros Mello ; José Osvaldo Rossi ; Mario Ueda ; Milton Sergio Fernandes de Lima |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/11269-3 - Apoio técnico a atividades experimentais para tratamento de materiais via implantação iônica por imersão em plasma em alta temperatura, BP.TT |
| Assunto(s): | Estrutura de aeronaves Implantação iônica Plasma (microeletrônica) Ligas de titânio Molibdênio Nióbio Níquel |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | implantação iônica | ligas de titânio | molibdênio | nióbio | níquel-titânio | nitretos | plasma | Ti-Si-B | Implantação Iônica por Imersão em Plasma |
Resumo
A implantação iônica por imersão em plasma (IIIP) é um método eficiente para tratar peças com geometria complexa. Modificações químicas e estruturais podem ser obtidas sem implicar em variação dimensional das superfícies tratadas. Todavia, a principal desvantagem é a fina camada modificada, da ordem de dezenas a poucas centenas de nanômetros. De maneira a vencer esta limitação, o processo de IIIP em alta temperatura é utilizado. O aquecimento do substrato durante a implantação iônica aumenta a difusão dos íons implantados em direção ao seio do material e as espessuras das zonas tratadas podem alcançar uma extensão micrométrica. Processo inovador de IIIP em alta temperatura desenvolvido no LAP/INPE, tratou, com sucesso, materiais de interesse para aplicações aeroespaciais (Mo, Nb, Ti6Al4V, NiTi, TiSiB). Este método foi efetivo para implantar nitrogênio até 20 micrometros de profundidade, levando à formação de novas fases de nitretos, com destacadas propriedades mecânicas e tribológicas. Uma compilação destes resultados foi relatada aqui e publicada em revistas científicas indexadas e apresentada em diversas conferências nacionais e internacionais. Em resumo, o processo de IIIP em alta temperatura mostrou ser eficiente para tratar materiais para aplicações aeroespaciais, abrindo possibilidades para o efetivo tratamento de peças e componentes da área aeroespacial. Todavia, para atingir tal objetivo o arranjo experimental precisa ser atualizado. De fato, hoje, somente pequenas amostras podem ser tratadas, principalmente devido a limitações impostas por nossas fontes de potência. Desta forma, pedimos por suporte financeiro para comprar fontes mais potentes. (AU)
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