| Processo: | 15/07097-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa BIOEN - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2017 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química |
| Pesquisador responsável: | Adriano Pinto Mariano |
| Beneficiário: | Adriano Pinto Mariano |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia Química (FEQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Rubens Maciel Filho ; Thaddeus Chukwuemeka Ezeji |
| Assunto(s): | Celulose Bioprocessos Fermentação Biorrefinarias Bioenergia Biocombustíveis Etanol Butanóis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biorrefinarias | butanol | Celulose Kraft | Etanol | fermentação | Flexível | Biorrefinarias |
Resumo
Seguindo uma tendência mundial de reestruturação do setor de celulose, no Brasil empresas produtoras de celulose de eucalipto estão interessadas na expansão dos seus negócios com a produção integrada de novos produtos de origem renovável em substituição àqueles derivados do petróleo. Entre estes produtos destacam-se os biocombustíveis e químicos como o butanol. Apesar das fábricas modernas de celulose terem excedente de energia, o alto consumo de vapor e excessiva geração de vinhaça de bioprocessos como a fermentação podem reduzir consideravelmente a atratividade do projeto, seja pelo investimento necessário para a adequação energética ou pela limitação do novo processo a uma escala não competitiva. Além disso, atenção também deve ser dada à flexibilidade do processo e sua importância crucial para a criação de um negócio robusto frente a oscilações intrínsecas de mercado. Dessa maneira, integração de processos, eficiência energética e flexibilidade de processo são os problemas alvos desse projeto. Nesse contexto, o objetivo do projeto é o desenvolvimento de um bioprocesso com alta eficiência energética para a produção flexível de butanol/etanol integrado a uma usina Kraft de celulose. O principal desafio científico consiste no desenvolvimento de uma tecnologia de fermentação que ao mesmo tempo em que seja intensificada também seja flexível. E não menos importante é a determinação/avaliação de estratégias de integração entre o novo processo e a usina de celulose bem como a fonte e o método de obtenção dos açúcares, de modo que ambos os negócios sejam beneficiados economicamente e ambientalmente.Assim, a partir de uma abordagem multidisciplinar, serão utilizadas ferramentas da engenharia de sistemas de processos (simulações computacionais em associação com análise técnico-econômica) em conjunto com atividades em escala laboratorial para (i) o projeto do bioprocesso flexível e (ii) o desenvolvimento da tecnologia de fermentação avançada com recuperação integrada dos produtos e compatível com as fermentações do etanol e do butanol, denominada aqui "fermentação flash flexível". (AU)
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