| Processo: | 18/01315-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Rosa Maria Rodrigues Pereira |
| Beneficiário: | Camille Pinto Figueiredo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/00006-7 - Avaliação de parâmetros do metabolismo ósseo por HR-pQCT e histomorfometria em pacientes com artrite reumatoide e com artrite idiopática juvenil: associação com variáveis clínicas e genéticas, AP.TEM |
| Assunto(s): | Reumatologia Nefrologia Genética Artrite reumatoide Artrite juvenil Metabolismo ósseo Histomorfometria óssea Tomografia computadorizada |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Artrite Idiopática Juvenil | artrite reumatóide | histomorfometria óssea | HR-pCT | Marcadores Genéticos | Metabolismo Ósseo | Reumatologia, Nefrologia, Genética |
Resumo A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença sistêmica, de natureza autoimune, que leva ao comprometimento osteoarticular. A Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) é um grupo de doenças articulares, que acomete indivíduos com menos de 16 anos. A forma poliarticular da AIJ apresenta particularidades da AR: acometimento simétrico de pequenas e grandes articulações, destruição óssea e incapacidade física, caso não seja tratada adequadamente. Indivíduos com AR ou AIJ estão sujeitos à perda óssea localizada (justa-articular) e sistêmica (redução da massa óssea). Nas duas formas de artrite, o comprometimento ósseo localizado (erosões) e generalizado (Osteoporose) leva à incapacidade física com piora da qualidade de vida e aumento da morbimortalidade. Fatores relacionados com baixa massa óssea na AR e na AIJ são multifatoriais e englobam fatores de risco clássicos (sexo, idade, pós-menopausa, baixa ingestão de cálcio e vitamina D e tabagismo), bem como fatores de risco intrínsecos à doença (inflamação e atividade de doença, imobilidade e uso de glicocorticoide). Estes fatores, associados a uma biomecânica articular alterada, aumentam o risco de fraturas. Não existem trabalhos na literatura que avaliem simultaneamente o comprometimento ósseo localizado e generalizado em pacientes com AR e AIJ e a associação genótipo-fenótipo em relação ao envolvimento ósseo e articular. A avaliação do comprometimento ósseo por metodologias de ponta mais sensíveis e específicas, como tomografia computadorizada quantitativa periférica de alta resolução (HR-pQCT), histomorfometria óssea e escore trabecular ósseo (TBS) trará maiores perspectivas para o entendimento dos mecanismos associados ao comprometimento ósseo nestas doenças e desta maneira ajudar no tratamento destas complicações. (AU) | |
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