| Processo: | 18/13529-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Catarina Carvalho Nievola |
| Beneficiário: | Victória de Carvalho |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/50341-0 - Desafios para conservação da biodiversidade frente às mudanças climáticas, poluição e uso e ocupação do solo (PDIp), AP.PDIP |
| Assunto(s): | Metabolismo vegetal Ácido abscísico Aquaporinas Bromelia Escassez de água Espécies de oxigênio reativas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ácido abscisico | aquaporina | déficit hídrico | epífita | espécies reativas de oxigênio | Oxido Nitrico | Fisiologia do estresse |
Resumo Alterações climáticas poderão intensificar a frequência e severidade de ciclos de seca (i.e. períodos consecutivos de baixa e alta disponibilidade de água), o que pode afetar o metabolismo de bromélias epífitas, importantes componentes da flora nativa. O estudo sobre as respostas metabólicas destas plantas frente ao déficit hídrico pode promover maior entendimento sobre como estas se adaptarão às futuras condições climáticas. A bromélia epífita Acanthostachys strobilacea, nativa da Mata Atlântica, resiste à falta de água por longos períodos e tem alta capacidade de recuperação à seca (restauração do conteúdo hídrico foliar quando irrigadas pós-seca), sendo apropriada para este tipo de estudo. Mecanismos de defesa são induzidos por vias de sinalização ativadas em curto prazo (horas) de exposição à seca e podem incluir espécies reativas de oxigênio (ROS), de nitrogênio como o óxido nítrico (NO), e o ácido abscísico (ABA). Dentre os mecanismos potencialmente ativados por estes sinalizadores destaca-se a regulação da permeabilidade celular via aquaporinas (proteínas canais de água, AQPs). A primeira hipótese que pretendemos validar é que plantas jovens de A. strobilacea acumulam os sinalizadores ROS, NO e ABA em curto prazo de exposição à seca (durante 72 horas), o que estaria atrelado à regulação de mecanismos como a expressão gênica de AQPs. A recuperação após um episódio de seca não-letal pode tornar uma planta mais adaptada a estiagens subsequentes, processo denominado de memória, o que pode ser relevante no ambiente epifítico pois está exposto a frequentes variações de umidade. Assim, a segunda hipótese que visamos avaliar é que A. strobilacea apresenta mecanismos de memória, o que envolveria a modulação dos sinalizadores citados acima e de mecanismos como a expressão de AQPs em resposta a ciclos reiterados de seca. O estudo sobre o envolvimento do metabolismo nitro-oxidativo (respectivo às espécies reativas), ABA e expressão de AQPs na resposta à seca de epífitas é inédito, cujos resultados podem contribuir ao conhecimento da sinalização e adaptação a nível bioquímico e molecular ao déficit hídrico nestas plantas. (AU) | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |