| Processo: | 19/17170-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Inorgânica |
| Pesquisador responsável: | Ana Flávia Nogueira |
| Beneficiário: | Eduardo Giangrossi Machado |
| Instituição Sede: | Instituto de Química (IQ). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Empresa: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Química (IQ) |
| Vinculado ao auxílio: | 17/11986-5 - Geração e Armazenamento de Novas Energias: trazendo desenvolvimento tecnológico para o país, AP.PCPE |
| Assunto(s): | Células solares Perovskita Rubídio Degradação Análise físico-química Microscopia Espectroscopia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | elipso-microscopia | estabilidade frente condições ambientais | perovskitas com rubídio incorporado | perovskitas estabilizadas 2D | Células Solares Emergentes |
Resumo A eficiência de fotoconversão (PCE) de células solares contendo perovskitas híbridas, usando cátions orgânicos como o formamidínio, tem se aproximado de 25.6%, alcançando a importante marca de se aproximar da célula de silício, comercialmente disponível. Entretanto, eles ainda não se apresentam como comercialmente viáveis frente à sua degradação quando expostos a condições ambientais, aumentando assim o custo de sua implementação em larga escala. Esse projeto propõe uma caracterização físico-química dos mecanismos de degradação por técnicas de imagem e espectroscópicas. O objetivo é aumentar o entendimento de como esses filmes se decompõe e propor possíveis alternativas para aumentar sua estabilidade. Mais especificamente, uma perovskita 2D estabilizada de fase pura FAxCs1-xPb(IyBr1-y)3 e uma multicátion com rubídio incorporado RbaCsbFA(1-a-b)PbI3 serão testadas uma vez que são considerados materiais de fronteira dado seus alto valores de PCE e alta estabilidade química. Para se entender o mecanismo pelo qual o processo de degradação ocorre, a elipso-microscopia para imagem de superfícies (EMSI) será utilizada uma vez que permite o monitoramento in situ da superfície, enquanto variam-se os parâmetros desejados. Desta técnica, mudanças no índice de refração podem ser relacionadas às mudanças na composição enquanto a resolução espacial permitirá a determinação de regiões específicas onde a degradação poderia estar ocorrendo. Para se realizar uma correspondência macro/microscópica, outras técnicas de caracterização serão utilizadas como por exemplo a difração de raios-X in situ, a microscopia eletrônica de varredura in situ, síncrotron nano-FTIR e a caracterização fotofísica do material comparando-se a resposta antes e depois da exposição a mudanças a temperatura, humidade e incidência de luz. É esperado deste projeto que seja gerado conhecimento a respeito dos mecanismos e processos pelos quais as perovskitas mais estáveis se decompõe frente a condições ambientais, almejando-se o aumento desta estabilidade. (AU) | |
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