| Processo: | 20/06421-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos |
| Pesquisador responsável: | Diogo Paschoalini Volanti |
| Beneficiário: | Diogo Paschoalini Volanti |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José do Rio Preto |
| Pesquisadores associados: | Dorota Koziej |
| Assunto(s): | Materiais funcionais Compostos orgânicos voláteis Micro-organismos Óxidos metálicos Estrutura metal-orgânica Sensores |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Compostos orgânicos voláteis microbianos | óxidos metálicos | Sensores | Materiais Funcionais |
Resumo
A principal motivação desta pesquisa é desenvolver sensores químicos capazes de detectar moléculas específicas produzidas por micro-organismos (fungos e bactérias) que podem estar correlacionadas com o apodrecimento de alimentos, além de provocarem diversas doenças. Entretanto, existem poucos estudos na detecção rápida e com limite de detecção baixo de compostos orgânicos voláteis produzidos por micro-organismos (microbial volatile organic compounds, mVOCs). A proposta é avaliar o uso de óxidos metálicos semicondutores derivados de estruturas metal-orgânicas (metal-organic frameworks, MOF), além do efeito de heteroestruturas p-n e de nanocatalisadores para melhorar a sensibilidade, a seletividade e o tempo de resposta na detecção de mVOCs. Os sensores nanoestruturados serão preparados a partir da degradação térmica em atmosfera controlada das MOFs preparadas previamente por spray ultrassônico combinado com o método solvotérmico assistido por micro-ondas. As respostas dos sensores serão avaliadas na presença de diferentes concentrações na faixa de partes por milhão (ppm) de mVOCs (ex.: 2-Butanona, 2-Metil-1-propanol, 2-Metilbutanal, 3-Hidroxi-2-butanona, 3-Metil-1-butanol, Acetato de etila, Ácido isovalérico, Metanol) e de CO2 em umidade controlada (ex.: de 30 a 70%). Espera-se que as MOFs aumentem a área superficial e a porosidade dos materiais e contribua na adsorção seletiva dos mVOCs, além da melhor difusividade em suas camadas internas e externas das estruturas. A quantidade de sítios ativos para adsorção do oxigênio e das moléculas do gás análito e transporte eletrônico também devem ser ampliados nas estruturas porosas. A proposta é uma abordagem original e promissora, pois há poucos estudos que objetivam o desenvolvimento de sensores altamente porosos com melhor desempenho para monitorar o crescimento microbiano em tempo real. (AU)
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