Busca avançada
Ano de início
Entree

Extensão de cadeia de poli(ácido láctico) visando a produção de espumas por SSP e processamento reativo

Processo:20/07633-2
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de fevereiro de 2021
Data de Término da vigência: 31 de julho de 2023
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Silvia Helena Prado Bettini
Beneficiário:Silvia Helena Prado Bettini
Instituição Sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Carlos
Pesquisadores associados:José Augusto Marcondes Agnelli ; Rosario Elida Suman Bretas
Auxílio(s) vinculado(s):24/04934-2 - 39th International Conference of the Polymer Processing Society, AR.EXT
Assunto(s):Polímeros (materiais)  Ácido láctico  Espumas cerâmicas  Polimerização  Estado sólido 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:espumas | Extensão de cadeia | Poli(ácido láctico) | Polimerização no estado sólido (SSP) | processamento reativo | Materiais poliméricos

Resumo

O poli (ácido láctico) (PLA) é um dos polímeros mais estudados e com maior disponibilidade comercial entre os polímeros biodegradáveis, classe que recebe crescente atenção devido a motivações ambientais. No entanto, sua aplicação como matriz de espumas poliméricas é dificultada por sua baixa resistência no fundido. Diversas estratégias têm sido utilizadas para contornar este problema, como a modificação química para a extensão de cadeia e a formação de blendas ou compósitos. A elevada elasticidade do fundido, e consequentemente sua maior resistência, pode ser obtida pela introdução de ramificações longas, ou pelo aumento da massa molar. Para tal, processos de obtenção podem ser empregados, entre os quais tem-se a polimerização no estado sólido (SSP) e o processamento reativo. Polimerização no estado sólido (SSP) é um método tradicional de aumento de massa molar para poliésteres, embora pouco explorada para o PLA, que gera produtos com elevada pureza e massas molares ajustáveis, em tempos longos de reação. O processamento reativo se apresenta como uma técnica de modificação de polímeros, que alia processamento com a reação em poucos minutos, o que viabiliza economicamente sua produção, mas, diferentemente da SSP, os produtos obtidos apresentam menor pureza e no qual reações laterais são recorrentes. Neste projeto, propõe-se como objetivo principal a investigação da SSP como processo de extensão de cadeia para aumento da viscosidade extensional do PLA. Variáveis de processo e de estrutura inicial do PLA serão investigadas. As variáveis de estrutura serão a massa molar inicial, catalisadores ou presença de enxertia. As variáveis de processos serão o tempo, temperatura e pré-cristalização, de forma a obter materiais com propriedades compatíveis com o processo de espumação. Para efeito de comparação, o processamento reativo em reômetro de torque também será realizada, utilizando-se dois extensores diferentes, o metacrilato de glicidila e um composto baseado em carbodimida. As técnicas de caracterização que serão empregadas, antes e após reações, serão cromatografia por exclusão de tamanho (SEC), titulação de grupos ácidos, bem como análises reológicas, em regimes permanente (viscosidade em cisalhamento, primeira diferença de tensões normais), transiente (crescimento de tensões, relaxação de tensões, recuperação elástica e viscosidade extensional) e oscilatório (propriedades visco elásticas lineares). Os materiais com propriedades mais promissoras serão então espumados, e a morfologia das espumas obtidas será caracterizada por microscopia eletrônica de varredura (MEV). (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Mais itensMenos itens
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)

Publicações científicas (6)
(As publicações científicas contidas nesta página são originárias da Web of Science ou da SciELO, cujos autores mencionaram números dos processos FAPESP concedidos a Pesquisadores Responsáveis e Beneficiários, sejam ou não autores das publicações. Sua coleta é automática e realizada diretamente naquelas bases bibliométricas)
BASAGLIA, MARCOS VINICIUS; GIMENEZ, JESSICA CAROLINE FERREIRA; HOMEM, MANOEL GUSTAVO PETRUCELLI; CRUZ, SANDRA ANDREA; STAFFA, LUCAS HENRIQUE; BETTINI, SILVIA HELENA PRADO. Improving UV-C stability in polypropylene through synergistic phenolic or hydroxylamine-based additives with UV absorbers. EXPRESS POLYMER LETTERS, v. 19, n. 2, p. 16-pg., . (20/07633-2)
SUQUISAQUI, ANA BEATRIZ VALIM; BETTINI, SILVIA HELENA PRADO; BRAS, JULIEN. Enhancement of cellulose nanofiber (CNF) cryogel hydrophobicity through physisorption and melt templating of poly(lactic acid) (PLA) nanoparticles. Journal of Materials Science, v. 60, n. 29, p. 17-pg., . (20/07633-2)
SUQUISAQUI, ANA BEATRIZ VALIM; GONCALVES, LIVIA MARIA GARCIA; POSSARI, LAIS TAGUCHI; SILVA, ELIADA ANDRADE; NETO, BENEDITO DOS SANTOS LIMA; BRETAS, ROSARIO ELIDA SUMAN; VIEIRA E ROSA, PAULO DE TARSO; BETTINI, SILVIA HELENA PRADO. Control of PLA chemical structures by using GMA and DCP during reactive processing and its influence on PLA foamability. Chemical Engineering Science, v. 310, p. 14-pg., . (20/07633-2)
POSSARI, LAIS T.; DE PAULA, MARINA S.; NUNES, GEORGE F.; REIS, IAGO A.; BASAGLIA, MARCOS, V; OTONI, CAIO G.; BETTINI, SILVIA H. P.. Bioplastics from orange processing waste and poly(lactic acid). FUTURE FOODS, v. 11, p. 8-pg., . (21/12071-6, 20/07633-2)
GONZAGA, GRAZIELA L.; BABETTO, ALEX S.; GONCALVES, LIVIA M. G.; BETTINI, SILVIA H. P.; SOUZA, ADRIANA M. C.. Biodegradation behavior of poly (lactic acid) samples obtained by three-dimensional printing: Influence of temperature and pigment presence. POLYMER ENGINEERING AND SCIENCE, v. 64, n. 6, p. 12-pg., . (20/07633-2, 11/21313-1)
BABETTO, ANA CLELIA; GONCALVES, LIVIA MARIA GARCIA; ANDRADE SILVA, ELIADA; NETO, BENEDITO SANTOS LIMA; MORANDIM-GIANNETTI, ANDREIA DE ARAUJO; BETTINI, SILVIA HELENA PRADO. Can all lignins act as an antioxidant for polypropylene?. Polymer Testing, v. 152, p. 9-pg., . (20/07633-2)