| Processo: | 21/09849-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação - Teoria da Computação |
| Pesquisador responsável: | Edson Borin |
| Beneficiário: | Antonio Carlos Guimarães Junior |
| Supervisor: | Diego de Freitas Aranha |
| Instituição Sede: | Instituto de Computação (IC). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Aarhus University, Dinamarca |
| Vinculado à bolsa: | 19/12783-6 - Migração eficiente de aplicações científicas e de engenharia de alto desempenho para a nuvem, BP.DR |
| Assunto(s): | Computação em nuvem Criptologia Homomorfismo Genoma humano Privacidade genética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Criptografia com múltiplas chaves | Criptografia Completamente Homomórfica | Processamento seguro de genoma humano | Criptografia |
Resumo Dados do genoma humano são informações confidenciais que requerem fortes garantias de privacidade. Este problema é agravado pelo uso crescente da computação em nuvem para processá-lo, uma vez que a nuvem é usada não apenas para terceirização de computação, mas também para fornecer serviços e executar protocolos envolvendo múltiplas partes. Para muitas aplicações, é comumente necessário combinar dados de vários provedores, o que representa um desafio adicional, pois cada provedor pode ter suas próprias restrições de privacidade que devem ser atendidas simultaneamente. Este problema poderia ser resolvido usando a Computação Multiparte clássica (MPC, do inglês Multi-Party Computation), mas esses são protocolos interativos com altos custos de comunicação. Uma alternativa recente é o uso da Criptografia Multi-Chave Completamente Homomórfica (MKFHE, do inglês Multi-Key Fully Homomorphic Encryption), que possibilita a realização de computação sobre dados criptografados por diferentes partes. Embora promissoras em teoria, as soluções práticas são muito recentes e ainda incorrem em penalidades de desempenho significativas. Neste projeto, pretendemos implementar, avaliar e aprimorar as mais recentes técnicas de MKFHE para o criptossistema TFHE (Chillotti et al., JoC 33(1):34-91, 2020). Também pretendemos implementar e comparar abordagens alternativas, como criptografia de limiar e reencriptação delegada para outros criptossistemas. Planejamos realizar tal avaliação considerando os contextos e necessidades específicos de nossas aplicações de interesse, embora também esperemos contribuições mais amplas (não específicas para o contexto de aplicação). (AU) | |
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