| Processo: | 22/10279-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Sérgio Podgaec |
| Beneficiário: | Helena Malvezzi |
| Instituição Sede: | Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEPAE). São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/02248-1 - Mecanismo estrutural da ativação dos inflamossomas e piroptose em células estromais de endometriose, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Citocinas Endométrio Endometriose Inflamação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | citocinas | endométrio | endometriose | Inflamação | Inflamossoma | Lesão de endometriose | Endometriose |
Resumo Inflamossomas são estruturas macromoleculares presentes no citoplasma de células imunológicas ativas que levam ao acionamento de caspases e com isso elaboração de uma resposta inflamatória. A ativação da capase-1 resulta na liberação das interleucinas (IL-) 1B e 18 e na indução da morte celular por piroptose através da maturação de proteínas citosólicas da família das gasderminas (GSDM). Alteração na expressão de genes da via da piroptose e a desregulação na ativação da inflamação está descrito na patogênese de diversas doenças inflamatórias, dentre elas, a endometriose. Na endometriose, a inflamação crônica é o principal processo molecular e celular, responsável pelos principais sintomas de dor cíclica e acíclica, remodelação tecidual, formação das lesões de endometriose, fibrose e infertilidade. A inflamação está relacionada com a constante liberação citocinas, quimiocinas, metaloproteinases e fatores de crescimento, o que contribui para a inflamação local observada tanto nas lesões de endometriose quanto no endométrio dessas pacientes. Endometriose é uma doença ginecológica benigna, acomete em torno de 10% da população feminina e por ser uma doença inflamatória crônica, a inflamação desempenha um papel fundamental na manutenção, controle da sobrevivência e proliferação, destino celular e manutenção das respostas celulares. Dado o grande impacto da ativação dos inflamossomas na resposta inflamatória, é natural que alterações na sua atividade estejam relacionadas à diversas doenças inflamatórias. O papel dos inflamossomas na endometriose ainda é recente, entender sua regulação e o impacto da piroptose na manutenção da doença e no aparecimento dos sintomas é crucial para que seja possível a elaboração de tratamentos mais eficazes e globais. Portanto, reconhecer e compreender a regulação dos inflamossomas é promissor na pesquisa básica, assim como na translacional, podendo ser este um importante alvo terapêutico para esta doença que ainda não possui tratamento clínico efetivo. | |
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