| Processo: | 24/05857-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 29 de julho de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 28 de julho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Renata Guimarães Moreira Whitton |
| Beneficiário: | Vinicius Queiroz Araújo |
| Supervisor: | Vincenzo Arizza |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Università degli Studi di Palermo (UNIPA), Itália |
| Vinculado à bolsa: | 21/10161-8 - Efeito da poluição sonora marinha na fisiologia de invertebrados: utilização de equinodermos como modelo, BP.PD |
| Assunto(s): | Echinodermata Ouriços-do-mar Proteômica Transcriptômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Echinodermata | estressores ambientais | Ouriços-do-mar | proteômica | Transcriptômica | Fisiologia e biologia celular de invertebrados |
Resumo Estressores ambientais podem ser definidos como estímulos ambientais imprevisíveis e/ou nocivos que ameaçam a sobrevivência e/ou a homeostase dos organismos. Podem ser classificados de acordo com a natureza do estímulo (físico, químico ou biológico) origem (natural ou antropogênico). Os efeitos de tais estressores podem ser observados em vários níveis da organização biológica (do molecular ao populacional) e já foram estudados em vários tipos de organismos. Por exemplo, os vertebrados têm sido tradicionalmente o foco da maioria dos estudos visando compreender os efeitos do estressores ambientais, enquanto os invertebrados, mesmo compreendendo 95% da biodiversidade animal, têm sido pouco utilizados como modelos. Neste contexto, o presente projeto tem como objetivo avaliar como a exposição a diferentes estressores ambientais afeta o proteoma e o transcriptoma do ouriço-do-mar Paracentrotus lividus. Serão investigadas a transcrição do mRNA e a tradução proteica das gônadas e celomócitos dos ouriços-do-mar expostos à poluição sonora marinha (estressor físico), ao ftalato (estressor químico) e aos estímulos liberados pelos indivíduos feridos (estressor biológico), visando compreender como esses estressores afetam a fisiologia do ouriço-do-mar e como a transcrição do mRNA e a tradução de proteínas estão correlacionadas. Para tanto, cinco equinóides serão expostos a esses diferentes tipos de estresse por 3 e 24h. Seus fluido celômico e gônadas serão coletados, as proteínas e mRNA desses tecidos serão extraídos e análises proteômicas e transcriptômicas serão realizadas. | |
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