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| Autor(es): |
Número total de Autores: 2
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Brasil
[2] Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Brasil
Número total de Afiliações: 2
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Revista Brasileira de Enfermagem; v. 73, n. 5 2020-07-06. |
| Resumo | |
RESUMO Objetivos: analisar a produção científica brasileira sobre o acesso do paciente à rede oncológica na vigência da “Lei dos Sessenta Dias”. Métodos: revisão integrativa realizada por meio das bases de dados: Lilacs, PubMed e Scielo. Os descritores utilizados foram: neoplasias, acesso ao serviço de saúde e diagnóstico precoce de câncer. Foram incluídos artigos publicados de 2015 a março de 2019. Resultados: foram analisados 17 artigos, dos quais emergiram quatro temas: desigualdade no acesso; a qualificação do profissional na Atenção Primária; o tempo como fator determinante; o sistema de informação como fator limitante. Conclusões: o acesso à rede oncológica é desigual, há várias barreiras enfrentadas pelos usuários. É necessária a educação permanente do profissional de saúde para lançar estratégias preventivas. O início do tratamento é tardio, demonstrando fragilidade na aplicação da legislação. Percebe-se que há fragmentação da rede de atenção, falta articulação entre os serviços e, consequentemente, há falta de monitoramento do paciente. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 16/09780-7 - Os descaminhos da Lei dos Sessenta Dias e a realidade dos pacientes com neoplasias malignas |
| Beneficiário: | Regina Célia Popim |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |