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(Referência obtida automaticamente do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores.)

O Instituto Joaquim Nabuco e a sensibilidade intelectual em relação à pobreza

Texto completo
Autor(es):
Fabio Silva de Souza [1]
Número total de Autores: 1
Afiliação do(s) autor(es):
[1] Universidade do Estado da Bahia (UNEB) - Brasil
Número total de Afiliações: 1
Tipo de documento: Artigo Científico
Fonte: História; v. 43, 2024-10-07.
Resumo

Resumo Neste artigo analisamos como a sensibilidade e a experiência intelectual em relação à pobreza foram vivenciadas no Instituto Joaquim Nabuco (IJN) em meados do século XX. No imediato pós-guerra, a intelectualidade recifense tinha a observação, o registro e a reflexão da pobreza como uma espécie de páthos intelectual. Esta experiência coletiva propiciou uma autocompreensão moderna de país a partir de uma perspectiva regional e local. Nas análises que se seguirão, evidenciamos como o IJN se constituiu como esforço para a construção e adensamento dessa nova sensibilidade em relação à miséria regional, que deixou de aceitar a pobreza como parte da ordem natural do mundo. Por fim, analisamos as formas pelas quais o IJN buscou dar um significado canônico, a seu modo, para a realidade de penúria do Nordeste brasileiro. (AU)

Processo FAPESP: 17/26955-8 - A cidade do Recife na IV República: cultura, sociabilidade intelectual e a questão do subdesenvolvimento
Beneficiário:Fabio Silva de Souza
Modalidade de apoio: Bolsas no Brasil - Doutorado