Busca avançada
Ano de início
Entree
(Referência obtida automaticamente do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores.)

Natural history of the lizard Enyalius brasiliensis (Lesson, 1828) (Leiosauridae) from an Atlantic Forest of southeastern Brazil

Título (Português): História natural do lagarto Enyalius brasiliensis (Lesson, 1828) (Leiosauridae) em área de Mata Atlântica do Sudeste do Brasil
Texto completo
Autor(es):
Van Sluys, M. ; Ferreira, V. M. ; Rocha, C. F. D.
Número total de Autores: 3
Tipo de documento: Artigo Científico
Fonte: Brazilian Journal of Biology; v. 64, n. 2, p. 353-356, May 2004.
Área do conhecimento: Ciências Biológicas - Ecologia
Assunto(s):Répteis   Lagartos   Leiosauridae   Mata Atlântica   Ilha Grande (RJ)
Resumo

Information on the ecology of lizard species from the Brazilian Atlantic Forest is scarce and almost nothing is known about the ecology of lizards of the genus Enyalius. In this study, we provide information about some aspects of the natural history of E. brasiliensis from an area of Atlantic Forest in Ilha Grande, RJ. Enyalius brasiliensis (N = 15) feeds mainly on arthropods. The most frequent food items were insect larvae, orthopterans, and ants; in terms of volume, larvae and termites were the most important food items; ants and termites were the most numerous prey categories. Two females were reproductive (one had 10 and the other, five vitellogenic follicles); the smallest measured 92.4 mm in SVL. Seven lizards were found on forest leaf litter. The other microhabitats used were vines, fallen logs, branches, and a crevice on a slope. (AU)

Resumo

Informações sobre a ecologia de espécies de lagartos da Floresta Atlântica brasileira são raras. Quase nada é conhecido sobre a ecologia de lagartos do gênero Enyalius. Com este estudo fornecemos informações sobre alguns aspectos da história natural de E. brasiliensis de uma área de Mata Atlântica da Ilha Grande, RJ. Os indivíduos de E. brasiliensis (N = 15) se alimentaram principalmente de artrópodos. As presas ingeridas com maior freqüência foram larvas de insetos, ortópteros e formigas; em termos volumétricos, larvas e cupins foram os itens mais importantes; e formigas e cupins foram as presas mais numerosas. Das 10 fêmeas encontradas, duas estavam reprodutivas (uma tinha 10 e a outra, 5 folículos vitelogênicos); a menor delas media 92,4 mm de tamanho corporal. Sete dos 15 lagartos foram encontrados sobre folhiço no chão da mata. Os outros micro-habitats utilizados foram cipós, troncos caídos, galhos e um barranco de terra dentro de uma fenda de rocha. (AU)

Processo FAPESP: 99/08291-5 - Diversidade e conservação da fauna réptil na Mata Atlântica do Sudeste
Beneficiário:Denise Maria Peccinini Seale
Linha de fomento: Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular