| Processo: | 09/10547-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2011 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Paleobotânica |
| Pesquisador responsável: | Fresia Soledad Ricardi Torres Branco |
| Beneficiário: | Fresia Soledad Ricardi Torres Branco |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências (IG). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Paleobiogeografia Geologia histórica Paleozoico Bacia do Paraná Sistema de informação geográfica (SIG) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bacia do Paraná | Gis | Gondwana | Lenhos fósseis | Neopaleozóico | Paleofitogeografia | Paleobotânica |
Resumo
O fim da Era Paleozóica foi um momento de intensa modificação climática para o paleocontinente Gondwana, caracterizado por mudanças de condições mais frias (glaciais) a condições mais quentes e áridas. Tais tendências climáticas, tiveram importante influência na evolução dos biomas continentais daquele tempo. Neste contexto, a presente pesquisa propõe-se estudar a distribuição espacial e o desenvolvimento dos biomas que se desenvolveram durante o Neopaleozóico, na Bacia do Paraná. Para tanto pretende-se integrar o maior volume possível de dados bibliográficos sobre as paleofloras do Carbonífero e Permiano da bacia, utilizando SIG (sistema de informações georreferenciadas) com a finalidade de produzir mapas paleofitogeográficos que auxiliem na compreensão da dinâmica florística daqueles períodos. Adicionalmente, para cobrir um dos vazios de informação paleobotânica será realizado um estudo da lignoflora do Grupo Passa Dois, uma das, principais evidências da composição das florestas do Guadalupiano. Este estudo anatômico e sistemático terá seus resultados integrados àqueles gerados com SIG, em particular na construção de um mapa paleofitogeográfico da lignoflora permiana. Após a produção dos mapas poderão ser realizadas comparações com outras bacias brasileiras, gondwânicas e do Pangea. Finalmente, é importante mencionar que o SIG é uma ferramenta relativamente nova cuja aplicação na reconstituição paleofitogeográfica tem sido pouco utilizada embora apresente um grande potencial para a integração dos dados, de forma que, no final da pesquisa, uma nova metodologia paleontológica poderá ser proposta. (AU)
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