| Processo: | 09/17764-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Alexandre Secorun Borges |
| Beneficiário: | Alexandre Secorun Borges |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Assunto(s): | Dermatopatias Doenças genéticas inatas Astenia Equinos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Astenia Cutânea | Dermatopatia | diagnóstico | equinos | Herda | quarto de milha | Clínica de equinos |
Resumo
A astenia cutânea pertence ao grupo das displasias congênitas hereditárias do tecido conjuntivo, caracterizada por apresentar pele hiperextensível e frágil, a qual lacera facilmente. A astenia já foi descrita em bovinos, caninos, felinos, equinos, ovinos e suínos. Também denominada HERDA (Hereditary Equine Regional Dermal Asthenia), o problema tem sido diagnosticado em linhagens da raça Quarto de Milha (QM) nos Estados Unidos da América (EUA) e no Brasil, sendo considerada uma das enfermidades hereditárias mais importantes em equinos. HERDA é uma doença autossômica recessiva causada pela mutação no gene codificador da proteína Peptidil Prolil Isomerase B, que tem efeito negativo sobre o metabolismo do colágeno. Esta mutação está presente, em heterozigose, em importantes garanhões QM utilizados nos EUA. Apesar da base genética do QM nos EUA e no Brasil ser muito semelhante, não se conhece a distribuição do gene mutado no Brasil. Como os animais homozigotos desenvolvem uma enfermidade com graves lesões cutâneas recidivantes, a orientação dos cruzamentos consiste na principal medida de prevenção. Nos EUA apenas dois centros identificam a mutação utilizando provas moleculares, portanto, o desenvolvimento do teste no Brasil reduzirá a provável disseminação desta grave doença, evitando com isso o desgaste psicológico e financeiro de proprietários e veterinários e o sofrimento dos animais doentes. Este estudo pretende caracterizar clinicamente e morfologicamente os animais portadores de HERDA, constatar se a mutação descrita no EUA é a mesma observada no Brasil; padronizar um teste molecular de diagnóstico e determinar a ocorrência de animais portadores assintomáticos em uma população de equinos no Brasil. (AU)
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