| Processo: | 11/12297-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Sabri Saeed Mohammed Ahmed Al-Sanabani |
| Beneficiário: | Sabri Saeed Mohammed Ahmed Al-Sanabani |
| Instituição Sede: | Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Ester Cerdeira Sabino |
| Assunto(s): | Doenças transmissíveis Infecções por Deltaretrovirus Vírus linfotrópico T tipo 1 humano Análise de sequência de DNA |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | expressão gênica | Htlv | miRNA | sequenciamento | Doenças Infecciosas |
Resumo
O HTLV-1 foi o primeiro retrovírus humano a ser isolado, e demonstrando que causa um amplo espectro de manifestações clínicas, incluindo a ATLL (leucemia/linfoma de células T no adulto) Mielopatia Associada ao HTLV-1/Paraparesia Espástica Tropical (HAM/TSP). O período de latência no desenvolvimento da ATLL pode ser extremamente longo (30 a 50 anos), indicando que são necessários diversos eventos genéticos e virais para que ocorra a ATLL. Os mecanismos responsáveis pela transformação celular no curso para ATLL ainda não são totalmente compreendidos. Acredita-se que a continua expressão de proteínas virais do HTLV, especialmente tax, e a proliferação de linfócitos podem aumentar a probabilidade de inflamação e estimular a migração celular, desta forma, elevando assim, o risco de HAM/TSP e outras doenças inflamatórias associadas a esse vírus. Além disso, com a elevada produção e proliferações de linfócitos há maiores chances de aquisição de mutações, elevando o risco de transformação maligna e o desenvolvimento de ATLL. Nos últimos anos, estudos in vivo e in vitro revelam uma ausência de expressão de tax em aproximadamente 60% no estagio final de leucemias. Esses resultados intrigantes levantam uma questão importante, quais são os outros fatores necessários para manter o fenótipo de células leucêmicas na ausência de tax? Uma possível resposta para esta pergunta pode estar na "desregulação" dos miRNAs em células transformadas (ATLL), pois eles podem modificar contínua ou permanentemente a regulação dos padrões de expressão gênica celular e manutenção do fenótipo maligno independentemente da proteína tax. Alguns estudos têm demonstrado que células infectadas com HTLV possuem diferentes níveis de expressão de miRNAs e ainda sugerem que a tax seria a responsável pela transformação celular e os miRNAs pela persistência desta transformação. Além disso, esses estudos também apontam para o gene rex como um atenuador possível de resposta antiviral intracelular, agindo como um silenciador de miRNAs. Neste contexto, parece que a quantificação miRNAs fornece informações mais completas sobre as moléculas envolvidas na regulação celular.Neste estudo, pretendemos avaliar os níveis de expressão de todos os miRNAs em células T indivíduos infectados pelo HTLV-1 (assintomáticos (com células monoclonais e policlonais), com ATLL, com HAM/TSP). Nossa abordagem para medir os níveis de expressão, identificação de potenciais novos miRNAs e/ou isoformas, análise da expressão de tax e rex e determinação de clonalidade em células T, envolve a utilização de seqüenciamento em larga escala (nova geração) onde determinaremos a análise quantitativa dos miRNAs em cada grupo. Acreditamos que uma análise comparativa destas moléculas em cada grupo deverá render resultados importantes sobre a expressão e possível identificação de miRNAs e/ou isoformas envolvidas com a patogênese do HTLV-1 e doenças relacionadas. Pretendemos utilizar ainda a tecnologia de seqüenciamento de nova geração para ressaltar a importância de avalia (AU)
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