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Mediterranização de uma refeição brasileira induz benefícios cardiometabólicos?

Processo:12/05487-2
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de abril de 2013
Data de Término da vigência: 31 de março de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Sandra Roberta Gouvea Ferreira Vivolo
Beneficiário:Sandra Roberta Gouvea Ferreira Vivolo
Instituição Sede: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Assunto(s):Endocrinologia  Doenças cardiovasculares  Dieta mediterrânea  Marcadores inflamatórios  Perfil lipídico 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Dieta mediterrânea | marcadores ínflamatórios | Perfil Lipídico | Resposta a refeições | Risco cardiometabólico | Endocrinologia

Resumo

Recentes modificações na dieta e na atividade física das populações elevaram a incidência de doenças crônicas não-transmissíveis associadas ao aumento da adiposidade corporal. Este quadro contribuiu para aumentar a mortalidade cardiovascular, motivando especialistas em saúde pública a tomar medidas de prevenção. Estudos têm mostrado que populações que consumem a dieta mediterrânea apresentam menor mortalidade por doenças cardiovasculares. Os benefícios desta dieta, rica em fibras e gorduras insaturadas, decorrem em parte dos efeitos destes nutrientes no estado inflamatório que precede doenças metabólicas e a aterosclerótica. Investigam-se os efeitos da alteração de uma refeição do cardápio brasileiro aproximando-o dos preceitos da dieta mediterrânea sobre o metabolismo lipídico, glicídico, inflamação subclínica e expressão de genes pró-inflamatórios. Será um ensaio clínico aberto, cruzado com duração de 10 semanas, incluindo adultos com excesso de peso, não-diabéticos. Os participantes passarão por 2 intervenções de 4 semanas no café da manhã, em ordem aleatória com wash-out de 2 semanas entre elas. Cafés da manhã isocalóricos (tipicamente brasileiro e mediterranizado) diferirão quanto ao conteúdo de fibras e tipos de ácidos graxos. Antes e após cada intervenção será feito teste agudo com café da manhã rico em gorduras (saturadas e insaturadas dependendo da intervenção), com coletas de sangue até os 240 minutos para determinação de glicose, insulina, lípides e marcadores inflamatórios; serão calculadas áreas sob a curva. Será analisada a expressão de certos genes pró-inflamatórios em leucócitos, antes e após cada intervenção. Será empregado teste t de Student ou os correspondentes não-paramétricos e p <0,05 considerado significante. (AU)

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Publicações científicas (4)
(As publicações científicas contidas nesta página são originárias da Web of Science ou da SciELO, cujos autores mencionaram números dos processos FAPESP concedidos a Pesquisadores Responsáveis e Beneficiários, sejam ou não autores das publicações. Sua coleta é automática e realizada diretamente naquelas bases bibliométricas)
MONFORT-PIRES, MILENA; CRISMA, AMANDA RABELLO; BORDIN, SILVANA; FERREIRA, SANDRA ROBERTA G.. . EUROPEAN JOURNAL OF NUTRITION, v. 57, n. 8, p. 2887-2895, . (12/05503-8, 12/05487-2)
MONFORT-PIRES, MILENA; FERREIRA, SANDRA ROBERTA G.. . Clinical Nutrition, v. 35, n. 6, p. 1242-1250, . (12/05503-8, 12/05487-2)
MONFORT-PIRES, MILENA; FERREIRA, SANDRA ROBERTA G.. . NUTRITION, v. 33, p. 331-337, . (12/05503-8, 12/05487-2)
MONFORT-PIRES, MILENA; DELGADO-LISTA, JAVIER; GOMEZ-DELGADO, FRANCISCO; LOPEZ-MIRANDA, JOSE; PEREZ-MARTINEZ, PABLO; GOUVEA FERREIRA, SANDRA ROBERTA. . NUTRIENTS, v. 8, n. 9, . (12/05503-8, 12/05487-2)