| Processo: | 12/10249-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica |
| Pesquisador responsável: | Fernando Batista da Costa |
| Beneficiário: | Felipe Antunes dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 10/51454-3 - Estudos morfoanatômicos, metabolômicos e moleculares como subsídios à sistemática de espécies de Asteraceae e acesso ao seu potencial farmacológico, AP.TEM |
| Assunto(s): | Asteraceae Desreplicação Bioensaio Viguiera Sistemática Química de produtos naturais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | análise fitoquímica | Asteraceae | Desreplicação | Ensaio biológico | Sistematica | Viguiera | Química de produtos naturais |
Resumo A família Asteraceae possui relevância em diversos setores da ciência. Muitas de suas espécies são endêmicas do Brasil e ainda não foram completamente investigadas do ponto de vista químico ou farmacológico. O gênero Viguiera Kunth (Asteraceae- Heliantheae) foi escolhido para este presente estudo devido ao seu problema de delimitação taxonômico e filogenético, seu elevado potencial farmacológico e porque muitas de suas espécies se encontram em biomas que vem sendo explorados de forma não sustentável, como é o caso do Cerrado brasileiro. Por meio da fitoquímica, diversas substâncias químicas têm sido isoladas e identificadas nos últimos anos. Tais substâncias servem não apenas para a caracterização química de plantas, mas também para a confirmação de seu potencial farmacológico por meio de ensaios biológicos apropriados com aquelas consideradas popularmente como medicinais. Este é o caso de várias espécies nativas de Asteraceae. Portanto, este projeto é nobre primeiramente no que se refere à análise do perfil metabólico do gênero Viguiera, a ser realizada por meio de técnicas cromatográficas e espectroscópicas, fornecendo informações sobre a química e, conseqüentemente, auxiliando na sistemática do gênero. E segundo, porque se propõe a verificar a atividade anti-inflamatória dos extratos e de seus respectivos constituintes isolados, por meio da inibição concomitante das enzimas inflamatórias ciclooxigenase (COX) e lipoxigenase (LOX). O material será selecionado a partir das espécies de Viguiera que apresentarem melhor perfil metabólito obtido pela análise prévia em CLAE-UV-EM (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência acoplada detector de Ultravioleta e de Espectrômetro de Massas). Vale lembrar que o presente plano de trabalho está inserido em um Projeto Temático, apoiado pela FAPESP, que visa realizar estudos metabolômicos, moleculares e de ensaios biológicos de espécies nativas de Asteraceae. | |
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