| Processo: | 14/26545-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Dirceu Costa |
| Beneficiário: | Dirceu Costa |
| Instituição Sede: | Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Campus Vergueiro. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Inflamação Doença pulmonar obstrutiva crônica Reabilitação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Chronic Obstructive Pulmonary Disease | inflammation | Rehabilitation | Fisioterapia Cardiorrespiratória |
Resumo
A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), que é caracterizada por limitação crônica ao fluxo aéreo, apresenta importantes alterações sistêmicas associadas, além daquelas alterações pulmonares já bem documentada na literatura. A inflamação pode ser evidenciada tanto nos pulmões como sistemicamente, pela presença de células inflamatórias na circulação sistêmica, mesmo no doente estável. Objetivo: Considerando que o treinamento físico altera os marcadores inflamatórios, o objetivo desse estudo foi avaliar se a Reabilitação Pulmonar Domiciliar (RPD) melhora a tolerância ao exercício físico e a inflamação sistêmica em pacientes com DPOC. Métodos: Este foi um estudo prospectivo, realizado no Laboratório de Avaliação Funcional Respiratória (LARESP) da UNINOVE, no qual, após anamnese, os pacientes foram submetidos às avaliações de: espirometria, Incremental Shuttle Walk Test (ISWT) e coleta de sangue venoso para quantificação dos marcadores inflamatórios sistêmico, Interteucinas 6 e 8(IL-6 e IL-8). Os pacientes receberam, ao final das avaliações, uma cartilha contendo os exercícios físicos para serem realizados no domicilio, 3 vezes por semana, por 8 semanas seguidas, além das instruções recebidas nas visitas quinzenais no LARESP. Resultados: Foram avaliados 14 pacientes pré e pós RPD, com média de idade de 64,85 ± 5,17 anos. Na avaliação espirométricas foram encontrados valores do volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1), de 55,71 ± 20,76 (% do previsto) e uma relação VEF1/Capacidade Vital Forçada (CVF) de 61,67 ± 17,51. Após intervenção da RPD houve aumento significativo na distância percorrida no ISWT e diminuição significativa nos níveis plasmáticos da IL-8. Conclusão: A RPD é uma importante alternativa de Reabilitação Pulmonar (RP) para o tratamento de pacientes com DPOC, pois melhora a tolerância ao exercício físico e a inflamação sistêmica. Devido às dificuldades de deslocamento dos pacientes para receberem a RP nos poucos centros especializados, a RPD pode ser considerada uma alternativa viável, sobretudo em grandes centros urbanos, onde a mobilidade urbana vem se agravando ultimamente. (AU)
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