| Processo: | 16/19806-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal |
| Pesquisador responsável: | Yosio Edemir Shimabukuro |
| Beneficiário: | Yosio Edemir Shimabukuro |
| Instituição Sede: | Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Pesquisadores associados: | Egidio Arai ; Francielle da Silva Cardozo ; Gabriel Pereira ; Liana Oighenstein Anderson ; Luiz Eduardo Oliveira e Cruz de Aragão ; Valdete Duarte |
| Assunto(s): | Sensoriamento remoto Queimada Emissão de gases |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | degradação florestal | Emissão de Gases | Mudança da cobertura e uso da terra | queimada | Sensoriamento Remoto | Sensoriamento Remoto |
Resumo
Este projeto apresenta uma proposta metodológica para o mapeamento e monitoramento das áreas florestais degradadas devido ao corte seletivo e incêndios florestais. Neste contexto, foi selecionada para área de estudo o Estado do Mato Grosso, uma região que possui diversas formações vegetais e vem sofrendo grandes mudanças no uso e cobertura da terra, devido à entrada da agricultura e pecuária nas regiões de cerrado, bem como as atividades de desmatamento e queimadas na região da Amazônia legal, tanto por causas naturais quanto antrópicas. Para isso, serão utilizadas imagens de sensores remotos com resolução espacial média do Landsat adquiridos durante os anos de 2000 (TM), 2010 (TM) e 2015 (OLI). Além disso, serão utilizadas imagens de resoluções moderadas dos sensores MODIS (2001 a 2015) e PROBA-V (2015). Os objetivos gerais deste estudo são: 1) desenvolver uma metodologia de detecção de áreas florestais degradadas devido ao corte seletivo e as queimadas; 2) gerar um mapa de cobertura vegetal da região em uma resolução espacial média para o ano de 2015; 3) gerar mapas de áreas de florestas degradadas para os anos de estudo; e 4) Analisar a incidência de focos de queimadas nas áreas desmatadas e estimar a quantidade de biomassa queimada e sua respectiva emissão de gases do efeito estufa. Para a validação dos resultados serão utilizadas imagens dos sensores RapidEye, Sentinel-2 e LiDAR em áreas testes, e serão realizados 4 trabalhos de campo para dar suporte às interpretações. As informações obtidas pelo projeto são importantes como base para o planejamento e manejo dos recursos naturais da região, bem como para melhorar as estimativas de emissões de carbono. (AU)
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