| Processo: | 17/19530-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Engenharias - Engenharia Química - Tecnologia Química |
| Pesquisador responsável: | Paulo Henrique Fernandes Pereira |
| Beneficiário: | Luana Lima Fernandes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Engenharia (FEG). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Guaratinguetá. Guaratinguetá , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Laranja Bagaços Celulose Materiais lignocelulósicos Nanofibras Branqueamento |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bagaço Laranja Pêra | Fibras natuais | nanocelulose | Materiais lignocelulósicos |
Resumo A crescente preocupação em relação às questões ambientais e o aumento da busca por materiais sustentáveis faz com que as fibras naturais conquistem mais espaço nas áreas de pesquisa e desenvolvimento de novos materiais como matéria prima para substituir os polímeros derivados do petróleo. Tendo em vista que o Brasil produz por ano toneladas de resíduos provenientes da produção do suco da laranja, este projeto tem como objetivo a utilização do bagaço, seguido de tratamentos químicos para obtenção da celulose branqueada e posteriormente, preparação de nanofibras de celuloses. O bagaço de laranja pera será submetido ao tratamento de remoção de resíduos solúveis em álcool etílico (RSA), seguido de branqueamento em solução de hidróxido de sódio (4% m/v) e peróxido de hidrogênio (30% v/v), seguido de um tratamento com KOH (5% m/v). Após esses tratamentos, a partir da celulose branqueada, serão preparadas nanoceluloses através de hidrólise ácida utilizando ácido sulfúrico em concentrações de 64% e 50% e em diferentes tempos de reação de: 1 e 2h. A fibra in natura, fibra após remoção de resíduos sólidos em álcool, após o primeiro e o segundo branqueamento serão caracterizados por: difração de Raios X (DRX), Infravermelho com Transformada de Fourier (FTIR), Termogravimetria (TG/DTG) e Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV). Para as nanofibras preparadas serão caracterizadas pela técnica de análise de potencial zeta e análise de tamanho de partícula e também por DRX, TG/DTG e FTIR. | |
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