| Processo: | 17/19898-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 12 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 11 de março de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Juliana de Freitas Astúa |
| Beneficiário: | Mikhail Oliveira Leastro |
| Supervisor: | Jesus Angel Sanchez Navarro |
| Instituição Sede: | Instituto Biológico (IB). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Instituto de Biología Molecular y Celular de Plantas (IBMCP), Espanha |
| Vinculado à bolsa: | 15/10249-1 - Estudo dos processos infectivos do vírus da leprose do citros (CiLV-C), com ênfase na construção de clone infeccioso e caracterização das proteínas virais., BP.PD |
| Assunto(s): | Genética reversa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Citrus leprosis virus (CiLV-C) | Clone infeccioso | genética reversa | Movimento célula a célula e sistêmico | Patossistema do vírus da leprose | Proteínas de movimento viral | Interação vírus-planta, Virologia molecular |
Resumo Proteínas de movimento (MP) de vírus de planta são essenciais para a distribuição do vírus dentro da célula e para células vizinhas facilitando o sucesso da infecção. A doença da leprose do citros é principalmente causado por espécies do gênero Cilevirus e Dichorhavirus. Independente do hospedeiro, em todas as espécies de plantas infectadas com vírus associados à leprose do citros exibem limitação no espalhamento sistêmico viral na planta. Nesse sentido, o vírus apenas infecta o tecido de alimentação do vetor na planta e células adjacentes mediada pelo movimento viral célula a célula. Com base neste aspecto, o presente projeto busca entender o possível envolvimento da proteína de movimento de espécies virais incluídas em dois principais gêneros (Cilevirus e Dichorhavirus) com a natural limitação do vírus em garantir a infecção sistêmica na planta. Para esse propósito, nós propomos usar o sistema heterólogo do Alfalfa mosaic virus (AMV), qual permite avaliar a eficiência do movimento viral a partir da introdução de MPs heterólogas. Sendo assim, podemos avaliar a eficiência no movimento viral do AMV baseado nas proteínas de movimento das espécies que infectam citros. Ainda dentro do processo de movimento viral, nós também propomos avaliar: i) formação de túbulo a partir da transfecção de protoplastos P12 com as proteínas de movimento das espécies causadores de leprose do citros, ii) se o transporte do Cilevirus e Dichoravirus, mediado pelas MPs, é ou não dependente da formação de estruturas tubulares, iii) se o movimento celular das espécies em estudo é dependente da formação do nucleocapsdeo viral, iv) motivos das proteínas envolvidas com movimento viral e formação de túbulos e v) a localização subcelular das MPs, focando na associação com plasmodesmas. Adicionalmente, nós buscaremos validar o clone infeccioso do Citrus Leprosis virus C, desenvolvido no projeto inicial. Os resultados esperados, a partir desses estudos podem esclarecer se a natural limitação na infecção sistêmica dos vírus associados a leprose dos citros tem direta conexão com a proteína de movimento. (AU) | |
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