| Processo: | 17/25204-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Celular |
| Pesquisador responsável: | Manoel de Arcisio Miranda Filho |
| Beneficiário: | Diego Jose Orts y Belato |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Bioeletromagnetismo Eletrofisiologia Canais iônicos Proteínas da membrana Membrana plasmática Oócitos Rã-touro Lithobates catesbeianus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Lithobates catesbeianus | modelo animal alternativo | Ovócitos | sistema de expressão heteróloga | Bioeletricidade |
Resumo A rã-touro (Lithobates catesbeianus) é de origem norte-americana, mas foi introduzida em nosso país em 1935, e hoje em dia é comumente criada em ranários comerciais. Estudos realizados para caracterização morfológica dos estádios de desenvolvimento do aparelho reprodutor feminino mostraram grande semelhança com o desenvolvimento da rã Xenopus laevis, sendo em ambos os casos possível a classificação de semelhantes estádios de desenvolvimento dos ovócitos, desde as ovogônias até sua total maturação. Os ovócitos de X. laevis há décadas vem sendo utilizado como modelo de expressão heteróloga de proteínas de membrana em laboratórios de pesquisa ao redor do mundo. No entanto, esta espécie de rã não é encontrada na fauna brasileira e sua importação enfrenta dificuldades burocráticas envolvendo diferentes órgãos governamentais, o que praticamente inviabiliza sua utilização, mesmo para fins didáticos e de pesquisa. Dessa forma, neste projeto de pesquisa avaliaremos o potencial biotecnológico da utilização dos ovócitos da rã L. catesbeianus como modelo experimental alternativo para expressão heteróloga de proteínas de membrana. Mais especificamente, faremos análises eletrofisiológicas das correntes endógenas presentes e uma ampla caracterização biofísica e farmacológica de canais iônicos dependentes de voltagem e receptores exógenos que serão expressos na membrana plasmática dos ovócitos. Além disso, análises morfológicas da membrana plasmática e vitelínica serão feitas, bem como uma avaliação da distribuição dos canais iônicos e receptores ao longo da membrana. (AU) | |
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