| Processo: | 17/26742-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Edgard Eduard Engel |
| Beneficiário: | Edgard Eduard Engel |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Ana Paula Ramos ; María Sol Brassesco Annichini |
| Assunto(s): | Curetagem Biomateriais Procedimentos ortopédicos Regeneração óssea Dispositivos de fixação ortopédica Neoplasias ósseas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | curetagem | Dispositivos de fixação ortopédica | Materiais biocompatíveis | Neoplasias ósseas | Procedimentos ortopédicos | regeneração óssea | Oncologia Ortopédica |
Resumo
O tratamento de tumores ósseos, infecção e traumatismos frequentemente cria defeitos ósseos que necessitam preenchimento para evitar fraturas e promover a remodelação óssea. Devido às limitações do autoenxerto, vários substitutos ósseos estão sendo desenvolvidos com características diferentes. O cimento poroso à base de PMMA, desenvolvido previamente (auxílio FAPESP nº 2012/18965-0), apresenta características mecânicas semelhantes ao osso esponjoso, é biocompatível e atóxico. Além disso, em estudos em animais de experimentação, apresentou altas taxas de osteointegrção e invasão óssea. Com o intuito de potencializar estas características biológicas, é proposto, neste estudo, a combinação deste cimento com diferentes formas e concentrações de estrôncio que é reconhecidamente um estimulador da osteogênese.Nanopartículas de fosfatos e carbonatos de estrôncio com estequiometria variada que possibilitem a liberação controlada de estrôncio serão sintetizadas e combinadas ao cimento poroso. Na caracterização química serão avaliadas a composição e estrutura cristalina das partículas, tal como o perfil de eliminação do estrôncio. Na caracterização física será avaliada a morfologia, densidade, tempo de cura, temperatura máxima durante a cura, características mecânicas e estruturais. Nas avaliações in vitro serão realizados ensaios de citotoxicicade e aptoptose e determinadas alterações genéticas relacionadas com osteoindução e inibição de osteoclastos. Nas avaliações in vitro será estudada a osteointegrção e invasão óssea do cimento poroso implantado em defeitos criados em ossos de coelhos por histologia, munohistoquímica, micro-CT e ensaios mecânicos de arrancamento.Esperamos desenvolver um cimento ósseo à base de PMMA e estrôncio, poroso, com macroporos interconectados, atóxico e biocompatível que possa ser modelado intraoperatoriamente e que elimine os íons de estrôncio de forma controlada. Além disso, esperamos que esta eliminação de estrôncio potencialize a capacidade de osteointegração e de invasão óssea. (AU)
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