| Processo: | 17/26973-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia |
| Pesquisador responsável: | Brenda Paula Figueiredo de Almeida Gomes |
| Beneficiário: | João Carlos Leme Junior |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 15/23479-5 - Microbiomas e aspectos imunobiológicos nas infecções endodônticas, AP.TEM |
| Assunto(s): | Microbiologia Canal radicular Reação em cadeia por polimerase (PCR) Biofilmes Gelatinases Enterococcus faecalis Fatores de virulência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | biofilme | B-lactamase | Endodotnia | gelatinase | Microbiologia | Pcr | Endodontia |
Resumo A causa da doença endodôntica pós-tratamento é essencialmente uma infecção bacteriana. O Enterococcus faecalis é uma bactéria frequentemente isolada de canais radiculares em casos de falha do tratamento endodôntico e são capazes de aderir as paredes dos canais radiculares, a gutta-percha ou a cimentos endodônticos, permitindo a formação de um biofilme resistente. Além disso esse microrganismo possue fatores de virulencia que podem ser importantes do desenvolvimento da patologia endodôntica e na resistência do E. faecalis à antibióticos. Os objetivos do presente projeto são: a) avaliar a capacidade de formação de biofilme de cepas de E. faecalis isoladas de casos de insucesso do tratamento endodôntico; b) verificar a atividade da gelatinase e ²-lactamase dessas mesmas cepas. Serão utilizadas amostras de 20 cepas de Enterococcus faecalis previamente coletadas e isoladas pelo método de cultura, utilizando meio seletivo m-Enterococcus, estas serão também confirmadas através do método molecular PCR, utilizando primers de E. faecalis. A formação de biofilme será realizada em microplacas de poliestireno pelo método de coloração com cristal de violeta. Para a verificação da atividade da gelatinase um inócuo de uma cultura pura das cepas previamente isoladas, será depositado em tubos contendo gelatina e um caldo nutriente. Os tubos são incubados durante 72 horas à 24oC e posteriormente refrigerados. Já para a verificação da ação da ²-lactamase, serão utilizadas tiras de ²-lactamase (Sigma Aldrich, St Louis, MO, USA) para a detecção acidimétrica rápida da atividade da mesma de microrganismos. Os dados coletados serão introduzidos numa planilha de cálculo e estatisticamente analisados usando SPSS for Windows (SPSS Inc., Chicago, ILL, USA). | |
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