| Processo: | 18/18915-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Tecnologia de Alimentos |
| Pesquisador responsável: | Alline Artigiani Lima Tribst |
| Beneficiário: | Alice Raissa Honorio |
| Instituição Sede: | Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (NEPA). Reitoria. Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Consumo de alimentos Açúcares Maracujá Edulcorante Aditivos alimentares Satisfação do consumidor Análise sensorial |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Análise sensorial | Edulcorantes | Suco de maracujá | Análise Sensorial, Aditivos |
Resumo O consumo de açúcares apresenta relação positiva com o crescente aumento de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e doenças cardiovasculares. Por isso, a Organização Mundial de Saúde vem fortemente recomendando a redução da ingestão deste tipo de nutriente. Uma das estratégias para alcançar tal meta é a substituição parcial ou total dos açúcares adicionados nos alimentos (caseiros ou industrializados) por edulcorantes não nutritivos, de forma a manter nos produtos o dulçor desejado pelos consumidores. Resultados de pesquisas recentes, entretanto, fazem um alerta com relação ao consumo exacerbado destas substâncias, que pode levar a um quadro psicobiológico ambíguo com aumento de apetite e, por consequência, maior consumo calórico, entre outros distúrbios. Além disso, resultados obtidos com testes em animais mostram que o consumo contínuo de edulcorantes reduz a percepção sensorial do gosto doce. Considerando este cenário, este trabalho visa avaliar se ocorre alteração da percepção sensorial de um produto (suco de maracujá) adicionado de edulcorante em função de consumo prolongado destas substâncias, comparando-se os resultados obtidos entre consumidores habituais e não habituais de edulcorantes. Tais dados podem ser posteriormente utilizados para promover ações governamentais que objetivem melhor regulamentação do uso de edulcorantes não nutritivos. | |
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