| Processo: | 20/14730-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Flávio de Oliveira Pires |
| Beneficiário: | Flávio de Oliveira Pires |
| Instituição Sede: | Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Carla da Silva Batista ; Fernando Henrique Magalhães ; Florentina Johanna Hettinga |
| Assunto(s): | Sistema nervoso central Substâncias para melhoria do desempenho Cafeína Efeito placebo Fadiga Ensaio clínico controlado aleatório |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cafeína | ergogênico | fadiga | Sistema Nervoso Central | Fadiga |
Resumo
Ensaio clínico randômico (ECR) duplo-cego, controlado por placebo, é um delineamento metodológico considerado padrão para a investigação dos reais efeitos de substâncias com ação farmacológica. Neste, o participante é informado que ambas substâncias, a ativa e o placebo, têm 50% de chances de ocorrer, e nenhum controle é feito sobre a expectativa que o participante tem em relação à substância ativa ingerida. Esta abordagem contém um importante risco de viés, principalmente quando a substância ativa tem seus efeitos farmacológicos potencializados pela expectativa positiva que o participante tem em relação à substância. Tal risco de viés pode ser ainda maior nos casos em que a substância ativa possui efeitos colaterais que dificultam cegar os participantes em relação à substância que está sendo ingerida. Um exemplo é a cafeína, uma substância utilizada para a melhora do desempenho físico. Uma alternativa ao uso de ECR é a utilização de delineamentos que controlam a expectativa do participante, como no delineamento com placebo percebido como cafeína. Contudo, este tipo de delineamento é pouco utilizado na investigação dos mecanismos de ação de substâncias ativas, possivelmente devido à falta de evidências experimentais bem controladas acerca da maior efetividade no controle do risco de viés da blindagem deste delineamento alternativo. O presente estudo irá comparar o efeito placebo da cafeína sobre o sistema nervoso central e periférico, músculo e torque muscular, entre o delineamento ECR e o delineamento com expectativa controlada (placebo percebido como cafeína). Após sessões de familiarização e controle, os participantes (n= 18 homens) realizarão 2 sessões experimentais dentro de cada delineamento (ECR e expectativa manipulada), com a ingestão de placebo em todas elas. Uma sessão adicional com a ingestão de cafeína percebida como cafeína será o controle positivo. Medidas de ativação cortical (EEG), excitabilidade corticoespinal (onda V), excitabilidade (onda M) e ativação muscular (EMG) e torque muscular serão obtidas durante contrações voluntárias máximas e submáximas antes e 45 minutos após a ingestão das cápsulas. (AU)
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