| Processo: | 20/15726-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 22 de abril de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Audrey Borghi Silva |
| Beneficiário: | Guilherme Dionir Back |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/10331-6 - Medindo o espaço morto fisiológico durante o exercício com capnografia volumétrica respiração a respiração em pacientes dispneicos com DPOC leve, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Aptidão cardiorrespiratória Testes de função respiratória Pletismografia total Vasodilatação Teste de esforço SARS-CoV-2 Betacoronavirus COVID-19 Sobrevivência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Aptidão Cardiorrespiratória | Covid-19 | Sobrevivencia | Teste Cardiopulmonar | Fisioterapia |
Resumo A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou a doença ocasionada pelo Coronavírus 2019 (COVID-19) uma emergência de saúde pública, uma vez que uma parcela desses pacientes cursa com síndrome respiratória aguda e necessidade de ventilação mecânica, com desfechos de morbimortalidade. Para os sobreviventes da COVID-19, a incapacidade funcional parece ser desproporcional ao grau de comprometimento da função pulmonar e pode ser devida a fatores adicionais, como descondicionamento físico, complicações osteomusculares relacionadas a esteróides, neuropatia/miopatia relacionada a comorbidades. No entanto, não há estudos sobre as complicações cardiovasculares e pulmonares em sobreviventes da COVID-19 bem como de seu impacto na capacidade funcional no acompanhamento de um ano.Objetivo: Avaliar o impacto da COVID-19 sobre a capacidade física máxima e a relação com a incidência de descompensação e morte em seguimento de 1 ano. Desenho do Estudo: Estudo observacional e longitudinal. Serão convidados a participar todos os pacientes que foram diagnosticados com a COVID-19 triados no Hospital Universitário da UFSCar e na Santa Casa de São Carlos após um mês da alta hospitalar e ou cumpriram quarentena.Métodos: Todos os pacientes serão submetidos às seguintes etapas: (I) avaliação clínica e da função pulmonar medida pela pletismografia de corpo inteiro (volumes pulmonares por meio de manobras inspiratórias estáticas e dinâmicas, capacidade de difusão pulmonar, a força muscular respiratória e o drive respiratório (P.0.1); (II) variabilidade da frequência cardíaca; (III) vasodilatação mediada a fluxo da artéria braquial, por meio de imagens ultrassonográficas; (II) teste de exercício cardiopulmonar em cicloergômetro. Após um ano de avaliação, todos os pacientes serão reavaliados quanto a condição clínica, função pulmonar e endotelial e a capacidade de exercício. Desfechos como diferença do VO2 entre os grupos, internações e óbito serão avaliados ao final de um ano. Hipótese: Acreditamos que os sobreviventes do COVID-19 apresentarão função pulmonar e endotelial prejudicada, redução na capacidade de exercício, e maior incidência de comorbidades, internações e óbito no seguimento de 1 ano, quando comparados aos pacientes com diagnóstico negativo para COVID-19. (AU) | |
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