| Processo: | 24/12826-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2026 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Recursos Pesqueiros Marinhos |
| Pesquisador responsável: | Fabio dos Santos Motta |
| Beneficiário: | Rafael Romero Munhoz |
| Instituição Sede: | Instituto do Mar (IMar). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Área de vida Biotelemetria Zoologia aplicada |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | área de vida | Biotelemetria | ecologia do movimento | fidelidade de sítio | Unidade de Conservação Marinha | Zoologia aplicada |
Resumo O uso da telemetria acústica para o monitoramento de peixes marinhos possibilita a compreensão da distribuição espacial e do uso do hábitat de espécies de relevante interesse ecológico e econômico. Esta aplicação em espécies que atingiram níveis insustentáveis de exploração e que são vulneráveis a pressão da pesca devido a características biológicas intrínsecas, como muitas espécies de Epinephelidae (badejos e garoupas) e Lutjanidae (vermelhos) que apresentam maturação sexual tardia, crescimento lento, alta longevidade e que formam agregações reprodutivas, podem gerar informações importantes para subsidiar ações de conservação efetivas. Apesar da comprovada aplicabilidade da telemetria acústica para contribuir com a gestão de muitas espécies de peixes, existe pouca utilização neste sentido, com a maioria dos trabalhos centrados na geração de dados gerais do movimento. Neste contexto, o projeto em tela tem os seguintes objetivos: i. revisar de forma sistemática a literatura sobre a ecologia do movimento e do uso do espaço por espécies de peixes das famílias Epinephelidae e Lutjanidae, a fim de orientar novos estudos e reunir subsídios importantes para conservação das espécies, ii. realizar um estudo de caso com a garoupa-verdadeira (Epinephelus marginatus) em um sistema insular protegido no Atlântico Sudoeste (Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes e Estação Ecológica dos Tupinambás), buscando descrever o uso do espaço e preferência de habitat bem como correlacioná-los com variáveis bióticas (e.g. tamanho e sexo) e abióticas (e.g. profundidade e temperatura). Os resultados do presente trabalho serão relevantes para subsidiar ações que visem a conservação de espécies destas duas famílias de peixes e fornecer dados que contribuam diretamente para a gestão das duas unidades de conservação alvos do estudo. | |
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