| Processo: | 18/09229-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica |
| Pesquisador responsável: | Alan Prestes |
| Beneficiário: | Alan Prestes |
| Instituição Sede: | Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (IP&D). Universidade do Vale do Paraíba (UNIVAP). São José dos Campos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José dos Campos |
| Assunto(s): | Geofísica espacial Araucaria angustifolia Clima |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Solar and climate variability | Spectral and wavelet analysis | Sun-Earth-Climate relationship | Tree-ring data | Geofísica Espacial |
Resumo
Neste trabalho, a relação Sol-Terra-Clima é estudada usando anéis de crescimento de araucária angustifolia (Bertol.) O. Kuntze coletados em Passo Fundo, no estado do Rio Grande do Sul (RS). Essas amostras foram previamente estudadas por Rigozo et al. 2008, no entanto, seu principal interesse foi buscar as periodicidades solares na série temporal média da largura dos anéis de crescimento sem interpretar o restante das periodicidades encontradas. Surge a questão de quais são os drivers relacionados a essas periodicidades. Por esta razão, o método clássico de análise espectral por regressão iterativa e métodos wavelet são aplicados para encontrar periodicidades e tendências presentes em cada série de anéis de crescimento, no Índice de Oscilação Meridional (SOI) e na anomalia de temperatura anual entre as latitudes geográficas de 24S e 44S. A fim de abordar a questão supracitada, este artigo discute a correlação entre a taxa de crescimento dos anéis de árvores com a temperatura e o SOI. Períodos entre 2 e 7 anos foram encontrados em cada série de crescimento de anéis de crescimento, possivelmente relacionados ao fenômeno ElNiño/La-Niña, e também, um período de 23 anos, que pode estar relacionado à variação de temperatura. Esses resultados podem representar a resposta dos anéis de crescimento às condições climáticas locais durante sua vida e ao acoplamento não-linear entre o Sol e a variabilidade climática local responsável pelas variações climáticas regionais. (AU)
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