| Processo: | 17/24395-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa BIOEN - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Juliana Velasco de Castro Oliveira |
| Beneficiário: | Juliana Velasco de Castro Oliveira |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Pesquisadores associados: | Henrique Coutinho Junqueira Franco ; Maria Juliana Calderan Rodrigues |
| Assunto(s): | Bioenergia Cana-de-açúcar Compostos orgânicos voláteis Doenças de plantas Bactérias Indústria sucro-alcooleira |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bacteria | Biocontrol | sugarcane disease | volatile organic compounds | Microbiologia de solo |
Resumo
Do ponto de vista agronômico, existem diversas estratégias que podem ser utilizadas para maximizar o rendimento da cultura de cana-de-açúcar e, atualmente, é esperado que a produção seja aumentada adotando práticas sustentáveis. Diversas bactérias promotoras de crescimento vegetal (BPCV) podem aumentar a produtividade agrícola através de uma gama de mecanismos. Recentemente, nosso grupo isolou mais de 7 mil bactérias de raiz e solo de cultivares de cana-de-açúcar, e cerca de 100 tinham capacidade de produzir grandes quantidades de auxina e/ou solubilizar fosfato. Estas características são mecanismos bem conhecidos que promovem a saúde vegetal. Além disso, em um estudo preliminar, nós identificamos algumas cepas que produzem compostos voláteis orgânicos (CVO), que também foram capazes de promover o crescimento vegetal. Adicionalmente, foi reportado na literatura que CVOs podem atuar como antagonista de patógenos. O uso de biocontrole baseado em CVOs microbianos para doenças de cana-de-açúcar é promissor, já que não há dependência de contato direto com a planta bem como não há necessidade de sua colonização. Assim, estas moléculas são ideais para mediar interações de curta e longa distância. Entretanto, há poucos estudos mostrando o impacto de CVOs na saúde de importantes culturas agrícolas, e não é de nosso conhecimento que existam estudos de CVOs e patógenos de cana-de-açúcar. Desta forma, nós estamos convencidos que o projeto é original, e abre perspectivas para novas descobertas, incluindo novas moléculas para uso na agricultura. Ele pode gerar impactos na indústria sucro-alcooleira brasileira, através do emprego de modernas práticas agronômicas para aumentar a produtividade, aumentar a saúde da cana-de-açúcar, reduzir os custos de produção e proteger o meio ambiente. (AU)
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