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Aspectos clínicos, moleculares e proteômica do útero de éguas com endometrite tratadas com terapias biológicas: plasma rico em plaquetas e meio condicionado por células tronco; e firocoxib

Processo: 18/02856-3
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de setembro de 2018 - 31 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Marco Antonio Alvarenga
Beneficiário:Marco Antonio Alvarenga
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Pesq. associados: Igor Frederico Canisso
Assunto(s):Células-tronco  Plasma rico em plaquetas  Endometrite  Inflamação  Imunomodulação 

Resumo

No mercado do cavalo a progênie de animais comprovadamente produtores de campeões é mais valorizada, no entanto isso geralmente acontece quando as éguas já possuem idade avançada e progênie comprovada nas pistas. Isso estimula que estes animais, mesmo com baixos índices reprodutivos, continuem em programas reprodutivos. Nesse contexto a endometrite persistente pós-cobertura (EPPC) tem impactos importantes, sendo considerada a terceira enfermidade que mais acomete equinos e a principal causa de subfertilidade nessa espécie. Estudos utilizando drogas imunomoduladoras têm demonstrado bons resultados na redução do processo inflamatório, assim como no aumento da fertilidade desses animais. Mais recentemente, o uso de PRP se mostrou benéfico no tratamento de EPPC, aumentando os índices de concepção. O PRP já é largamente utilizado em medicina veterinária, no tratamento das mais diversas afecções, principalmente lesões tendíneas, osteoarticulares, ligamentares e cutâneas, por apresentar ação mitogênica, quimiotática, neovascular e anti-inflamatória. O meio condicionado (MC) a partir de células tronco mesenquimais, tem demonstrado resultados satisfatórios e semelhantes a utilização de células tronco. Tendo como vantagem uma menor possibilidade de rejeição por não conterem células e somente as citocinas produzidas por elas. Podendo ser uma ferramenta interessante na utilização de éguas com EPPC. Nesse contexto, o firocoxib também se mostra um eficiente anti-inflamatório com poucos efeitos adversos, podendo ser utilizado mais rotineiramente. O presente estudo tem por objetivo avaliar a expressão de interleucinas inflamatórias pelo endométrio de éguas tratadas com PRP, MC e firocoxib, assim como a expressão molecular do endométrio e proteômica do fluido endometrial desses animais. (AU)