| Processo: | 18/13076-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação - Metodologia e Técnicas da Computação |
| Pesquisador responsável: | Carlos Eduardo Thomaz |
| Beneficiário: | Carlos Eduardo Thomaz |
| Instituição Sede: | Centro Universitário FEI (UNIFEI). Campus de São Bernardo do Campo. São Bernardo do Campo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Bernardo do Campo |
| Pesquisadores associados: | MARINA CARVALHO DE MORAES BARROS ; Rita de Cássia Xavier Balda ; Ruth Guinsburg ; Tatiany Marcondes Heiderich |
| Assunto(s): | Dor Reconhecimento de padrões Extração de características |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dor | Extração de características | Imagens de faces de recém-nascidos | Reconhecimento de Padrões | Reconhecimento de Padrões |
Resumo
Estima-se que mais de 500 intervenções dolorosas são realizadas na internação de um recém-nascido em uma unidade de terapia intensiva. Nestas situações, no entanto, existe grande dificuldade em identificar dor, pois não há a possibilidade de comunicação verbal direta e objetiva, como acontece usualmente entre adultos. Ao longo dos últimos anos, estudos de avaliação de dor têm permitido a investigação e a criação de métodos não-invasivos que possibilitam acompanhamento automático do estímulo doloroso em recém-nascidos. Neste contexto, as alterações da mímica facial têm ocupado papel de destaque na literatura científica afim e na prática clínica, pois explicitam não somente a presença de dor, mas também as informações relevantes sobre o estado emocional do recém-nascido. O objetivo deste projeto é desenvolver um arcabouço computacional de interpretação e reconhecimento de padrões em imagens de faces para avaliação automática de dor em recém-nascidos. Mais especificamente, este projeto irá se concentrar na investigação, implementação e integração de técnicas de detecção, segmentação, normalização espacial e classificação de imagens de faces, baseadas em informação extraída por mineração dos dados e percepção cognitiva. O banco de imagens de faces de recém-nascidos foi criado por grupo de pesquisa especialista neste tema e colaborador do presente projeto. Acredita-se que o processamento computacional mais abrangente das alterações da mímica facial irá permitir aos profissionais de saúde uma melhor compreensão sobre as especificidades dos sinais faciais emitidos pelo recém-nascido diante do estímulo doloroso, ajudando, consequentemente, a prática clínica em questão. (AU)
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