| Processo: | 18/14789-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Física |
| Acordo de Cooperação: | CNRS |
| Proposta de Mobilidade: | SPRINT - Projetos de pesquisa - Mobilidade |
| Pesquisador responsável: | Ilana Elazari Klein Coaracy Wainer |
| Beneficiário: | Ilana Elazari Klein Coaracy Wainer |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Myriam Khodri |
| Instituição Parceira no exterior: | Institut Pierre Simon Laplace (IPSL) , França |
| Instituição Sede: | Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Vinculado ao auxílio: | 15/50686-1 - Paleo-vínculos na evolução das monções e dinâmica, AP.TEM |
| Assunto(s): | Circulação oceânica Oceano Atlântico Monção da América do Sul Mudança climática Vulcanismo Modelos numéricos de circulação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Circulação do Atlântico Sul | Modos de variabilidade | Vulcanismo | Atlântico Sul / Mudanças Climaticas |
Resumo
A Monção Sul-Americana (SAMS) tem impacto direto na hidrologia da região e é influenciada pela variabilidade das temperaturas superficiais no Atlântico Sul. Este oceano é de fato uma das fontes mais importantes de fluxo de umidade que alimenta as chuvas na América do Sul. Este fluxo de monção também depende do gradiente oceano-atmosfera para se estabelecer e evoluir. Devido ao seu impacto no balanço de radiação solar na superfície, grandes erupções vulcânicas podem influenciar significativamente o SAMS com consequências potencialmente devastadoras na economia local. As observações indicam uma resposta geralmente associada a uma diminuição nas temperaturas da superfície e precipitação tropical por vários anos após uma erupção estratosférica. Neste contexto, queremos caracterizar melhor a resposta do SAMS ao vulcanismo e o papel do Oceano Atlântico, baseando-se em observações e experimentos de sensibilidade com os modelos numéricos desenvolvidos no IPSL, seguindo a metodologia desenvolvida por Khodri et al (2017). (AU)
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