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Efeitos agudos da caminhada com intensidade autosselecionada e realizada até a dor máxima no prazer e no fluxo sanguíneo cerebral em pacientes com arterial periférica

Resumo

Apesar dos benefícios dos exercícios de caminhada para pacientes com doença arterial periférica (DAP) e sintomas de claudicação estarem bem estabelecidos, um dos principais problemas encontrados nesse tipo de protocolo é a baixa aderência ao treinamento, que possivelmente está relacionada à recomendação para realização do exercício com dor. Os exercícios com intensidade autosselecionada têm emergido como uma alternativa as prescrições usuais de treinamento, visto que a sua utilização parece aumentar o prazer durante a realização do exercício. No entanto, nenhum estudo até o momento utilizou esse modelo de prescrição nos pacientes com DAP. Entender o quanto essa forma de prescrição pode impactar as demandas fisiológicas em nível cerebral e a sensação de prazer durante o exercício consiste no primeiro passo para a sua possível utilização. Assim, o objetivo do presente estudo será analisar os efeitos agudos do exercício de caminhada com intensidade autosselecionada e até a dor máxima no fluxo sanguíneo cerebral e sensação de prazer em pacientes com doença arterial periférica. Para tanto, 17 pacientes com DAP serão submetidos a três sessões experimentais com duração de 30 min: exercício com intensidade autosselecionada, exercício até a dor máxima e controle. Durante as sessões serão obtidos o volume e a intensidade (duração e velocidade de cada série) do exercício realizado, as respostas afetivas e o fluxo sanguíneo cerebral. As respostas das três sessões serão analisadas através da análise de variância de dois caminhos para medidas repetidas (ANOVA) e o teste de post-hoc de Newman-Keuls. Será considerado significante o valor de P<0,05. (AU)