| Processo: | 19/00296-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - Sociologia - Outras Sociologias Específicas |
| Pesquisador responsável: | Myrian Nunomura |
| Beneficiário: | Myrian Nunomura |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Kizzy Fernandes Antualpa ; Luis Mochizuki ; Mauricio dos Santos de Oliveira ; Michele Viviene Carbinatto ; Paulo Daniel Sabino Carrara |
| Assunto(s): | Sociologia do esporte Ginástica Coaching |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cultura esportiva | Desenvolvimento do coaching | Esporte alto rendimento | Relacionamento treinador-atleta | Sociologia do Esporte |
Resumo
A prática de coaching no esporte de elite tem sido analisada, particularmente, na perspectiva biológica e no resultado. Porém, Potrac et al. (2002) e Jones et al. (2004) visualizam o coaching além da funcionalidade e do desempenho, ou seja, um contexto social com atividades interligadas e caracterizadas pela colaboração, disputa e negociação entre os envolvidos. A prática esportiva sempre foi questionada como construção social (Jones & Ronglan, 2009, Ronglan, 2017) em que as interações, a organização e a estrutura esportiva e as implicações na saúde e no bem estar dos participantes seriam o alvo de discussões. O treinador desempenha diversos papéis e tarefas em treino e competição, negocia e se relaciona com pessoas (atletas, pais, dirigentes, mídia, patrocinadores, etc.). Assim, o coaching implica o gerenciamento de ambiguidades que ocorre em meio ao caos e, para apoiar o treinador, Jones & Wallace (2005, 2006) desenvolveram a metáfora de "coaching as orchestration". O "coaching as orchestration" assume que o coaching é influenciado pela visão do papel de treinador e expectativas sobre ele e a relação de poder entre os envolvidos, os quais impactam na formação de atletas e seus resultados. No Brasil, apesar do pódio olímpico em 2012 e 2016 nos esportes ginásticos, ainda há desafios e críticas sobre o gerenciamento desse contexto e de pessoas, traduzidos em autoritarismo, subordinação e, por vezes, assédio e abuso. E, o agravante é que a maioria dos atletas é criança e jovem. O objetivo do estudo é analisar como os treinadores orquestram o contexto nos esportes ginásticos e tomam as decisões a partir de fatores internos e externos. Espera-se revelar indicadores para o coaching que favoreça a formação de atletas na perspectiva de práticas conducentes à saúde e bem estar. (AU)
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