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Análise tectônica de áreas-chave do front de empurrões do Espinhaço Meridional

Processo: 19/25599-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2020 - 31 de julho de 2022
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Ginaldo Ademar da Cruz Campanha
Beneficiário:Ginaldo Ademar da Cruz Campanha
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Frederico Meira Faleiros ; Peter Cawood
Assunto(s):Tectônica  Neoproterozoico  Supergrupo São Francisco  Cráton São Francisco  Grupo Bambuí  Geocronologia  Vorticidade 

Resumo

O Craton do São Francisco é delimitado por cinturões de dobramentos e cavalgamentos marginais, que afetam suas coberturas paleo, meso e neoproterozoicas, e adentrando os orógenos vizinhos envolvem também o seu embasamento. Na sua porção leste meridional é circunscrito pela Faixa Araçuaí, cujo limite mais adotado com o Craton corresponde ao front de empurrão que joga o Supergrupo Espinhaço sobre a cobertura neoproterozoica do Supergrupo São Francisco (grupos Macaubas e Bambui). Neste contexto o presente projeto propõe o estudo de áreas-chave para o entendimento dos padrões de deformação tectônica e das relações entre a sedimentação e a tectônica tardibrasiliana, utilizando-se de métodos clássicos de análise estrutural complementados por métodos quantitativos ou semiquantitativos de ana:ise de strain, microestruturas, tramas cristalográficas, vorticidade, análise de inclusões fluidas e restauração de seções, bem como datações radiométricas Ar-Ar e U-Pb de alvos determinados. Preliminarmente as áreas-chave escolhidas para detalhe são 1) Serra do Cipó, 2) Itapanhoacanga - Santo Antônio do Norte, 3) Conselheiro Mata - Monjolos e 4) Serra Azul de Minas. (AU)