| Processo: | 20/07256-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Alessandra Gambero |
| Beneficiário: | Alessandra Gambero |
| Instituição Sede: | Escola de Ciências da Vida (ECV). Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-CAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Idosos Comorbidade Senescência celular Infecções por Coronavirus SARS-CoV-2 COVID-19 Fibrose pulmonar Enzima conversora da angiotensina 2 Interleucina-6 Senolíticos Polifenóis |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cd-26 | Covid-19 | enzima conversora da angiotensina-2 | fibrose pulmonar | Interleucina-6 | Senescência celular | Envelhecimento |
Resumo
A população idosa sem e com comorbidades associadas, como o diabetes e problemas cardiovasculares, tem liderado os índices de mortalidade pela COVID-19. A senescência celular é o processo de envelhecimento celular que aumenta durante a progressão de doenças crônicas (como o diabetes melito) e com o envelhecimento, resultando em parada irreversível do ciclo celular controlada pelas vias p53/p21 e p16/Rb e aumento da produção de citocinas pró-inflamatórias (principalmente IL-1² e IL-6), fenômeno este conhecido como "fenótipo secretor associado a senescência" (senescence-associated secretory phenotype, SASP). Verifica-se também em células senescentes um desequilíbrio na ativação do sistema renina-angiotensina (RAS) que pode contribuir para o quadro inflamatório e trombótico observado nos pacientes com COVID-19. Adicionalmente, células senescentes apresentam secretoma pró-fibrótico, sendo a fibrose pulmonar também apontada como um problema do acometimento pulmonar dos pacientes com COVID-19. A identificação de compostos que possam controlar o processo de senescência tem se tornado prioritário visto que podem ter um imenso potencial terapêutico. Drogas como a metformina, hidroxicloroquina e rapamicina e, a azitromicina e dasatinib são capazes de atuar como modificadoras de marcadores senescentes e senolíticas, respectivamente. Algumas drogas senolíticas estão em testes clínicos em doenças pulmonares, como a combinação dasatinib+quercetina, esta última um polifenol que mostrou efeitos sinérgicos nesta combinação. Senostáticos também são estudados no momento como forma de controlar doenças metabólicas. Desta forma, esse projeto almeja avaliar o potencial senolítico, senostático e/ou antifibrótico em células pulmonares humanas senescentes de combinações entre fármacos (dasatinib, azitromicina, metformina, rapamicina e hidroxicloroquina) e polifenóis (ácido cafeico, ácido ferúlico, catequina e epicatequina) que podem ser isolados a partir de produtos brasileiros com tecnologia nacional. A mais promissora combinação deverá ser testada in vivo em camundongos idosos com injúria pulmonar aguda (fase pré-clinica). Dados deste projeto poderão revelar novas possibilidades terapêuticas para o manejo de doenças que apresentam desfechos desfavoráveis na população idosa e com comorbidades metabólicas, como a COVID-19. (AU)
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