| Processo: | 21/11947-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Luiz Augusto Ferreira Lisboa |
| Beneficiário: | Luiz Augusto Ferreira Lisboa |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Fabio Biscegli Jatene ; Luis Alberto Oliveira Dallan ; Luis Roberto Palma Dallan ; Omar Asdrúbal Vilca Mejía |
| Assunto(s): | Procedimentos cirúrgicos cardiovasculares Procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos Toracotomia Doença da artéria coronariana Revascularização miocárdica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cirurgia Cardiovascular | cirurgia de revascularização do miocárdio | Cirurgia de revascularização do miocárdio Minimamente Invasiva | Cirurgia minimamente invasiva | doença arterial coronária | Cirurgia Cardiovascular |
Resumo
A cirurgia minimamente invasiva tem sido um avanço na medicina, principalmente nos países mais desenvolvidos. Ela representa uma evolução das atuais técnicas cirúrgicas associadas às novas tecnologias, que permitem a realização de uma cirurgia segura, eficaz e associada a um benefício estético. O tratamento invasivo da doença coronariana se encontra em um platô nos últimos tempos. O tratamento percutâneo, que surgiu como uma promessa de substituição aos métodos cirúrgicos, mesmo com o uso dos stents farmacológicos, já mostrou suas limitações. A cirurgia de revascularização tradicional, que tem sido o padrão ouro, vem sendo criticada pelo alto grau de sua invasividade. Baseado nesse preceito, vem surgindo o interesse em se criar uma abordagem cirúrgica que cause menor trauma. Vias de acesso com mini incisões vem ganhando espaço e tem mostrado menos dor pós-operatória, menor tempo de internação, mobilização e recuperação funcional mais precoce, além de redução dos custos do procedimento. Com base nessa abordagem minimamente invasiva, desenhamos um estudo prospectivo, randomizado, unicêntrico com total de 100 pacientes. Pacientes serão randomizados 1:1 com o devido consentimento após o diagnóstico angiográfico mostrando doença arterial coronária tri arterial, obedecendo aos critérios de inclusão, e após avaliação de factibilidade pela equipe cirúrgica de se realizar a cirurgia através dos dois métodos propostos: a) Cirurgia de Revascularização do Miocárdio Minimamente invasiva, ou b) Cirurgia de Revascularização do Miocárdio Convencional. O seguimento dos pacientes randomizados será contínuo durante 6 meses do procedimento. (AU)
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