| Processo: | 22/04985-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Flávio Luís Garcia |
| Beneficiário: | Flávio Luís Garcia |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Ariane Zamarioli |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/04226-5 - Formação de tecido fibrótico na interface da dura-máter com o enxerto ósseo, BP.TT |
| Assunto(s): | Ortopedia Dura-máter Enxerto ósseo Fibrose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | dura-máter | Enxerto ósseo | Fibrose epidural | Ortopedia |
Resumo
A exposição cirúrgica da dura-máter, após a remoção do tecido ósseo e ligamentar que a circunda na coluna vertebral, pode induzir o desenvolvimento de fibrose epidural durante o processo de cicatrização e reparação pós-cirúrgico. A fibrose epidural causa tração da raiz nervosa, restrição dos movimentos da raiz nervosa, compressão extradural e diminuição do suprimento arterial da raiz nervosa, resultando em causa importante de falha da cirurgia da coluna vertebral, com recidiva da dor. A criação de barreiras com material biológico ou sintético entre a dura-máter e o tecido cicatricial tem sido utilizada para evitar ou reduzir a formação da fibrose epidural. No entanto, até o momento não há técnica absolutamente efetiva para esta finalidade. O objetivo do estudo será avaliar a interface entre a dura-máter e o enxerto ósseo aposicionado sobre ela após a remoção dos elementos posteriores do segmento vertebral (lâminas vertebrais e ligamentos), através de microscopia de luz e em diferentes períodos pós-operatórios. A hipótese a ser testada é que o enxerto ósseo poderia atuar como barreira biológica na redução da fibrose epidural e que a sua colocação sobre a dura-máter não produzirá efeitos deletérios sobre as estruturas nervosas adjacentes, com menor formação de fibrose ao redor. Trinta ratos Wistar serão submetidos à exposição da dura-máter ao nível de T10 e T12 por meio da remoção das lâminas vertebrais e ligamentos posteriores. Os fragmentos ósseos removidos das lâminas vertebrais de T10 e T12 serão cortados em pequenos fragmentos e colocados sobre a dura-máter ao nível de T10. Ao nível de T12 a dura-máter permanecerá sem a colocação dos enxertos ósseos, e será utilizada como controle. Para garantir imparcialidade e aleatoriedade experimental, haverá revezamento da colocação do enxerto ósseo sobre a dura-máter ao nível de T10 e T12. Serão formados grupos experimentais de acordo com o momento da eutanásia dos animais no período pós-operatório. Cada grupo experimental será composto por seis animais e a eutanásia será realizada 4, 6, 8, 12 e 16 semanas após o procedimento cirúrgico. A reação da dura-máter ao contato com os fragmentos ósseos será avaliada por meio de estudo histológico com microscopia de luz. (AU)
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