| Processo: | 22/10696-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Ricardo Mario Arida |
| Beneficiário: | Ricardo Mario Arida |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Augusto Coppi ; Robson Campos Gutierre |
| Assunto(s): | Neurofisiologia Envelhecimento Exercício físico Estereologia Hipocampo Plasticidade neuronal Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Envelhecimento | Estereologia | exercício físico | Hipocampo | Neuroplasticidade | Neurofisiologia |
Resumo
Um crescente número de estudos tem indicado a atividade física regular como uma estratégia de custo efetivo e promissora para a promoção da saúde cerebral ao longo da vida. Apesar do conhecimento dos efeitos benéficos do exercício físico no cérebro adquirido até agora, muitas questões ainda precisam ser abordadas, tais como seus efeitos neuroprotetores no envelhecimento. Estudos prospectivos demonstram que o exercício regular exerce efeito protetor contra o desenvolvimento de deficit cognitivo, doença de Alzheimer e demência. Os mecanismos para este efeito protetor parecem ser complexos e incertos, incluindo o aumento do volume sanguíneo e capilarização, redução das placas beta-amiloide e dos níveis de proteínas tau hiperfosforilada, modulação do sistema colinérgico e a regulação da expressão de fatores neurotróficos. Embora se conheçam vários dos mecanismos descritos acima, a literatura carece de uma abordagem mais definida quanto ao exercício físico empregado, como exercício físico aeróbio ao longo da vida até o envelhecimento ou influência de outros tipos de exercício físico, como o exercício resistido ou de força em idosos.Para elucidar várias dessas questões, este projeto de pesquisa tem por objetivo investigar a influência do treinamento físico a partir de três abordagens: (1) o impacto do exercício físico realizado desde o início da vida adulta até o envelhecimento nas alterações funcionais e morfológicas no cérebro em ratos; (2) o impacto do exercício físico realizado em animais idosos e (3) o impacto do exercício físico resistido (força) emcamundongos transgênicos fêmeas para a DA (modelo APPswe/PS1dE9) na fase inicial (entre 6 e 8 meses) e tardia da doença (entre 22 e 24 meses). A primeira e a segunda parte deste projeto incluem um estudo estereológico em 3D das modificações estruturais vasculares, neuronais e gliais encefálicas induzidas pelo exercício físico em animais idosos. A terceira parte inclui a análise de placas beta-amilóide, de citocinas pró-inflamatórias e antiinflamatórias no córtex e no hipocampo e a atividade elétrica cortical através do registro eletroencefalográfico. Os resultados deste estudo poderão contribuir para mostrar como o exercício físico influencia positivamente na resiliência cerebral, assim como na redução dos efeitos deletérios provocados pelo envelhecimento. (AU)
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