Resumo
O objetivo é estudar o racismo como forma determinada, e necessária, de produção e reprodução da sociabilidade capitalista no Brasil: a função-racismo. Não se trata de afirmar que o racismo se estabelece após o capitalismo, mas de compreender que o desenvolvimento histórico do capital enquanto relação social, a relação-capital, implica funcionalidades determinadas que se reproduzem através da formalização de relações étnico-raciais específicas que são coextensivas às dinâmicas conjunturais assumidas pela exploração da força de trabalho da população preta sob a forma-mercadoria. Esse nó não é redutivo, é uma coextensão estrutural específica. A pesquisa se fundamentará na 1) exposição marxiana das formas, funções e atividades que compõem a produção e a reprodução da relação-capital, 2) na exposição das dinâmicas assumidas por essas formas, funções e atividades na conjuntura brasileira proposta pela teoria marxista da dependência e 3) pela tradição de autoras e autores nacionais que analisaram aspectos determinados da dobra coextensiva entre racismo e capitalismo. (AU)
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