| Processo: | 23/12293-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2026 |
| Área do conhecimento: | Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana |
| Pesquisador responsável: | Angelita Matos Souza |
| Beneficiário: | Angelita Matos Souza |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Rio Claro |
| Assunto(s): | Argentina Dependência |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Argentina | Argentina-China | dependência | Desenvolvimento desigual | Estado Dependente | Geopolítica; Geografia Política; Teoria do Estado; Sociologia do Desenvolvimento |
Resumo
Propomos uma investigação sobre as relações de dependência no século XXI, centrada na problemática do Estado dependente, tendo como estudo de caso a Argentina. A partir do estudo do regime de acumulação neoliberal, o objetivo é analisar as relações de dependência neste século. Em primeiro lugar, buscaremos compreender o processo de conformação dessa fase no interior da formação social argentina, de maneira articulada às mudanças na ordem capitalista mundial nas últimas quatro décadas. Após a contextualização da emergência de uma fase nova nas relações de dependência, estudaremos a Era Kirchner (2003-2015), apreendida como uma tentativa de reação ao neoliberalismo radicalizado, em especial do governo Menem (1989-1999), e finalizaremos com o governo Macri (2015-2019). A análise privilegiará o estudo da política macroeconômica e, de maneira correlata, abordará a política externa do Estado argentino na fase atual da dependência entre países centrais (Norte global) e países periféricos (Sul global). Também propomos a análise das relações Argentina-China neste início de século, para melhor entender a Era Kirchner. Do ponto de vista metodológico, a pesquisa estará ancorada em produção bibliográfica, sobretudo argentina, mas buscando ilustrar a análise qualitativa por meio de dados empíricos. O referencial teórico é a própria teoria da dependência (por extensão, a teoria do imperialismo); além da teoria crítica do Estado. Cumpre registrar que o projeto inova justamente pela centralidade conferida ao Estado na reflexão sobre dependência. (AU)
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