| Processo: | 25/04312-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio Organização - Reunião Científica |
| Data de Início da vigência: | 28 de agosto de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de agosto de 2025 |
| Área do conhecimento: | Interdisciplinar |
| Pesquisador responsável: | André Monteiro Paschoal |
| Beneficiário: | André Monteiro Paschoal |
| Instituição Sede: | Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Radiologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Engenharia de Hardware para Ressonância Magnética | Física de Ressonância magnética | Radiologia | Ressonância Magnética em Medicina | Ressonância Magnética em Medicina, Radiologia, Física de RM |
Resumo
A Sociedade Internacional de Ressonância Magnética em Medicina (ISMRM - www.ismrm.org) foi criada para aprimorar a comunicação, a pesquisa, o desenvolvimento e a educação em ressonância magnética (RM) aplicada à medicina. Seu objetivo é fornecer recursos para educação continuada, influenciar políticas públicas, colaborar com governos e agências e promover oportunidades iguais para cientistas e clínicos. A colaboração multidisciplinar entre físicos, médicos, engenheiros, cientistas biomédicos e operadores de RM tem contribuído significativamente para o desenvolvimento da RM na medicina.A comunidade brasileira de RM também trouxe contribuições importantes, incluindo a construção local de um scanner de RM pelo grupo do professor Horácio Panepucci no Instituto de Física de São Carlos na década de 1980 e o desenvolvimento de pulsos adiabáticos pelo professor Alberto Tannús. Esses feitos precederam o desenvolvimento da área no Brasil, resultando na disseminação de pesquisadores brasileiros de RM pelo mundo, incluindo posições de liderança em instituições importantes. Outro marco relevante da RM brasileira foi a instalação de um scanner de 7T nas instalações da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, um dos únicos três scanners de 7T instalados no hemisfério sul. Além da pesquisa, o Brasil também possui considerável importância no número de scanners de RM disponíveis e na quantidade de profissionais atuando na área.No entanto, as dimensões continentais do território brasileiro, a desigualdade econômica entre os estados, a falta de comunicação entre pesquisadores, clínicos e operadores, bem como as barreiras geográficas e econômicas em relação ao Norte Global, têm retardado o avanço da RM no Brasil. Com o objetivo de replicar a estratégia bem-sucedida de criação de um ambiente multidisciplinar, como feito pela ISMRM, a comunidade brasileira fundou, em agosto de 2024, o Capítulo Brasileiro da ISMRM. (AU)
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