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Nanoestruturas e nanocompósitos antimicrobianos para a nanomedicina

Processo:24/13803-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de março de 2026
Data de Término da vigência: 28 de fevereiro de 2029
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Leila Aparecida Chiavacci Favorin
Beneficiário:Leila Aparecida Chiavacci Favorin
Instituição Sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:Araraquara
Pesquisadores associados:Eloísa Berbel Manaia ; Laurent Lemaire
Assunto(s):Anti-infecciosos  Nanocompósitos  Processo sol-gel 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Antimicrobianos | inorganic nanoparticles | nanocompósitos | polymeric nanoparticles | sol-gel | nanocompósitos, antimicrobianos, nanoparticles

Resumo

A busca por novos agentes antimicrobianos tem aumentado nos últimos anos, visando combater a resistência bacteriana, especialmente no contexto em que é estimado pela Organização Mundial de Saúde que infecções causadas por bactérias resistentes poderão causar cerca de 10 milhões de mortes por ano em todo o mundo até 2050 (Getahun et al., 2020). As nanopartículas inorgânicas (INP) são um potencial agente antimicrobiano, por apresentarem boa resposta especialmente para bactérias gram positivas (Lallo da Silva et al., 2019). Uma forma de aperfeiçoar o mecanismo de ação das INP se refere à modificação de sua superfície visando possibilitar sua incorporação em vetores poliméricos, lipídicos ou auto-organizados, de forma a melhorar a sua biocompatibilidade e estabilidade em ambientes biológicos. Além disso, a superfície controlada desses sistemas pode possibilitar maior sucesso na interação desses com as paredes celulares bacterianas. Nesse sentido, este projeto tem como objetivo desenvolver nanovetores teranósticos baseados em moléculas lipídicas, poliméricas, auto-organizadas e nanocompósitos híbridos orgânico-inorgânico, contendo INP à base de Au, Cu, In, Fe, Si ou Zn. Para isso, será utilizada a técnica da impressão 3D visando construir dispositivos de superfície corpórea para uso em tratamento de infecções bacterianas, fúngicas e virais. Tanto os efeitos antimicrobianos como os efeitos tóxicos serão avaliados, se tratando, portanto, de uma abordagem inovadora e promissora para o controle de infecções bacterianas multirresistentes. Esta proposta conta com a colaboração de instituições estrangeiras como a Faculté de Medicine de Angers na França, através da participação do pesquisador associado Laurent Lemaire, e da Faculté de Pharmacie na Université Paris-Saclay através da participação da pesquisadora associada Eloisa Berbel Manaia. As parcerias internacionais devem fortalecer o desenvolvimento dessa proposta e permitir o intercâmbio dos alunos envolvidos neste projeto. (AU)

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