| Processo: | 25/09817-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2026 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva |
| Pesquisador responsável: | Edison Iglesias de Oliveira Vidal |
| Beneficiário: | Edison Iglesias de Oliveira Vidal |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Assunto(s): | Cuidados paliativos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cuidados Paliativos | Cuidados Paliativos |
Resumo
Introdução: Ainda não está claro o que as Pessoas que Vivem com Demência (PvCD) consideram ser uma "boa morte", nem como essas percepções variam de acordo com a cultura e o contexto. Este estudo teve como objetivo comparar o significado de uma boa morte para PvCD no Brasil e no Reino Unido (RU).Métodos: Trata-se de um estudo qualitativo transversal, no qual foram realizadas entrevistas semiestruturadas com uma amostra de conveniência composta por 32 PvCD (16 no Brasil e 16 no RU), utilizando roteiros de entrevista equivalentes e elaborados conjuntamente. Dois grupos de pesquisadores interdisciplinares analisaram independentemente as transcrições em seus respectivos países, por meio de análise temática indutiva. Posteriormente, os grupos colaboraram na identificação de temas abrangentes que evidenciassem contrastes e semelhanças entre os dois contextos.Resultados: Foram identificados três temas comuns: escolha e controle; espiritualidade; e medos e desejos. No RU, a noção de escolha e controle permeou todos os aspectos do que as PvCD consideravam uma boa morte, enquanto esse tema esteve amplamente ausente nas narrativas brasileiras. O oposto foi observado em relação à espiritualidade, que se mostrou central para o significado de uma boa morte no Brasil, mas teve papel menos proeminente no RU. Em ambos os países, experiências prévias com a morte de outras pessoas influenciaram fortemente os desejos e receios em relação à própria morte.Conclusão: Os resultados deste estudo têm o potencial de ampliar a conscientização e a sensibilidade de profissionais da saúde e da assistência social quanto às diferentes concepções culturais sobre o que constitui uma boa morte para PvCD, bem como sobre os fatores que facilitam ou dificultam sua concretização. Além disso, os achados desafiam os índices globais de qualidade da morte que desconsideram as diferenças culturais e contextuais. (AU)
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