| Processo: | 25/19675-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2032 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Vanda Jorgetti |
| Beneficiário: | Vanda Jorgetti |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Vinculado ao auxílio: | 20/15744-9 - Osteoporose na Doença Renal Crônica, AP.TEM |
| Assunto(s): | Nefrologia Insuficiência renal crônica Distúrbio mineral e ósseo na doença renal crônica Osteoporose Biópsia óssea Aquisição de equipamentos Equipamentos multiusuários Infraestrutura de pesquisa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biópsia Óssea | Distúrbio Mineral e Ósseo | doença renal crônica | osteoporose | Nefrologia |
Resumo
A biópsia óssea com análise histomorfométrica é o padrão ouro para o diagnóstico das doenças ósseasmetabólicas, principalmente aquela que acomete pacientes com doença renal crônica (DRC), a osteodistrofiarenal. A histomorfometria é a técnica de mensuração dos parâmetros do tecido ósseo, tanto os estáticos, quantoos dinâmicos, aqueles advém da marcação pela tetraciclina. Essa técnica pode ser manual, semi-automática eautomática. A técnica manual utiliza um retículo de pontos e linhas e uma régua micrométrica, acoplados à oculardo microscópio, cuja projeção sobre a estrutura histológica permite a quantificação dos parâmetros ósseos. Ométodo semi-automático utiliza um microscópio conectado a um computador com um software específico. Asimagens das estruturas histológicas são desenhadas sobre uma placa digitalizadora, com o auxílio de umcursor/caneta luminoso que percorre toda a estrutura óssea a ser analisada. Já a técnica automática empregacomputadores acoplados a câmeras de vídeo que analisam e gravam as imagens. Esse método baseia-se naprojeção da imagem histológica na tela do computador, onde os diferentes componentes estruturais sãoquantificados de acordo com os diferentes níveis de coloração. De todas as técnicas, a que requer menor tempode execução é a automática, porém é a menos sensível no reconhecimento de estruturas celulares na análise daremodelação óssea e no reconhecimento de artefatos histológicos. Desse modo, a técnica com melhorcusto/benefício e a mais utilizada é a semi-automática. No Laboratório de Fisiopatologia Renal da Faculdade deMedicina da USP utilizamos a técnica manual entre 1985 e 1991. Em 1993 com o auxilio FAPESP número1993/02990-2 adquirimos o sistema semi-automático Osteomeasure. No Laboratório de Osteodistrofia Renal daEPM-UNIFESP, a técnica manual foi usada até o ano de 2004 quando, através de um auxílio CNPq número550428/01-1, o mesmo sistema Osteomeasure foi adquirido e entrou em operação. Esses equipamentos aindautilizam os sistema DOS, sendo totalmente obsoletos e ultrapassados, não permitindo mais armazenar dados, oque dificulta mesmo a recuperação da análise de biópsias de estudos anteriores. O novo sistema Osteomeasure,disponível no mercado, é um sistema fechado, no qual seus componentes não permitem qualquer tipo de conexãocom os componentes do sistema antigo. Dessa forma, necessitamos atualizar os sistemas Osteomeasure de cadauma das instituições, FMUSP e EPM-UNIFESP, para desenvolvermos o atual projeto que contará, no mínimo, com arealização de 400 biópsias ósseas. Além disso, nossas instituições são referências nacionais para o diagnóstico dasdoenças osteometabólicas, não só as relacionadas à DRC, como aquelas que acometem indivíduos com patologiasendocrinológicas e reumatológicas. (AU)
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