| Processo: | 25/07358-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa Infraestrutura - Melhoria da Infraestrutura de Funcionamento de Biotérios de Pequenos Animais e da Biossegurança |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2028 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada |
| Pesquisador responsável: | Anita Mitico Tanaka-Azevedo |
| Beneficiário: | Anita Mitico Tanaka-Azevedo |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Alexandre Keiji Tashima ; Caroline TOKARSKI ; Eliana de Oliveira Serapicos |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 25/26444-0 - Caracterização bioquímica e das atividades citotóxica dos venenos de serpentes do gênero Bothrops brasileiras, BP.TT |
| Assunto(s): | Bothrops Redução Venenos de serpentes Toxicologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bothrops | in vitro vs in vivo | Redução | Substituicao | venenos de serpentes | 3R's | Toxinologia |
Resumo
A experimentação animal é comum desde o início do estudo da medicina, o que gera debates na comunidade científica desde o século XIX acerca desse tema. Em 1959 foi sugerido que a ciência envolvendo animais deveria ser baseada em três princípios-chave, sendo assim criado o Princípio dos 3Rs: Substituição, redução e refinamento. Os estudos relacionados aos venenos de serpentes e os seus respectivos tratamentos costumeiramente avaliam a toxicidade dessas substâncias e a capacidade de neutralização dos soros antiofídicos utilizando pequenos animais. O veneno ofídico é composto por uma mistura de peptídeos e proteínas, e apresenta uma ampla variação tanto inter como intraespecífica. Essa variação ocorre tanto em sua composição como em suas atividades biológicas, resultando em diferentes sintomas em suas presas e vítimas acidentais. Devido a conhecida especificidade do antiveneno, toda essa variação nos venenos pode afetar negativamente a eficácia nos tratamentos pelos soros antiofídicos. O Laboratório de Herpetologia do Instituto Butantan é responsável pela manutenção das serpentes, extração e processamento do veneno, assim como também a avaliação da qualidade desses venenos que são utilizados na produção dos antivenenos. Essa avaliação envolve a utilização de uma grande quantidade de animais para avaliação da letalidade desses venenos, principalmente do gênero Bothrops, que é o principal responsável pelos acidentes ofídicos no Brasil. Com atividades diárias que envolvem a utilização de animais em testes, nosso grupo ficou instigado a buscar metodologias que reduzissem a utilização de animais nesse ramo de pesquisa. Devido à importância médica das Bothrops e os resultados promissores encontrados no projeto "Avaliação de métodos alternativos in vitro à utilização de animais para os ensaios in vivo no estudo de venenos de serpentes: Princípio dos 3R's" (FAPESP: 2021/11707-4), nossa equipe tem como objetivo dar continuidade às pesquisas relacionadas à busca por metodologias que substituam ou minimizem o uso de animais em estudos de venenos ofídicos, com foco no gênero Bothrops, seguindo o princípio dos 3R's. (AU)
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