Busca avançada
Ano de início
Entree

Biotérios e Biossegurança - Faixa "C" - "Desenvolvimento de modelo in vitro de pele humana inervada por neurônios periféricos"

Processo:25/07913-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Programa Infraestrutura - Melhoria da Infraestrutura de Funcionamento de Biotérios de Pequenos Animais e da Biossegurança
Data de Início da vigência: 01 de outubro de 2025
Data de Término da vigência: 30 de setembro de 2028
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica - Bioengenharia
Pesquisador responsável:Patricia Cristina Baleeiro Beltrão Braga
Beneficiário:Patricia Cristina Baleeiro Beltrão Braga
Instituição Sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Pesquisadores associados:Camila Squarzoni Dale ; Carlos Frederico Martins Menck ; Enrique Mario Boccardo Pierulivo
Assunto(s):Cultura organotípica 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:cultura organotípica | modelos alternativos ao uso de animais (NAM) | neurônios periféricos | neurônios sensoriais | pele humana | pele inervada | bioengenharia de tecidos

Resumo

A pele humana, como maior órgão do corpo, desempenha funções essenciais, como a regulação sensorial, a proteção contra patógenos e a mediação da cicatrização. No entanto, os modelos in vitro existentes falham em replicar a complexidade tridimensional da pele, especialmente sua inervação, que é crucial para a percepção sensorial e processos inflamatórios. A proposta busca superar essas limitações, criando um modelo mais fisiologicamente relevante. Além de ser uma alternativa ética aos modelos animais, este projeto se alinha aos princípios dos 3 Rs (Substituição, Redução e Refinamento), promovendo a substituição de modelos animais com maior potencial preditivo e mais próximos da realidade humana. Esse modelo avançado permitirá o estudo de doenças dermatológicas, além de processos como dor, mutagênese e infecções, melhorando a avaliação de terapias farmacológicas e cosméticos. Ao incluir a componente neural, será possível investigar a interação entre neurônios periféricos e células da pele, além de permitir edições genéticas para explorar doenças com base genética conhecida. O modelo proposto também oferecerá uma plataforma robusta para testar a neurotoxicidade e realizar triagens de fármacos, contribuindo para o avanço da pesquisa biomédica de forma ética, inovadora e com maior aplicabilidade na área de dermatologia. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio:
Mais itensMenos itens
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)