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ELETROPORAÇÃO COMO TRATAMENTO EM CÉLULAS EPITELIAIS DA CÓRNEA INFECTADAS COM Acanthamoeba polyphaga

Processo:25/10201-0
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de fevereiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de janeiro de 2029
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Mauro Silveira de Queiroz Campos
Beneficiário:Mauro Silveira de Queiroz Campos
Instituição Sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Pesquisadores associados:Denise de Freitas
Assunto(s):Acanthamoeba  Células  Ceratite  Córnea  Eletroporação  Oftalmologia 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Acanthamoeba | células | ceratite | cornea | eletroporação | Oftalmologia

Resumo

A Acanthamoeba é um protozoário anfizóico, capaz de viver de forma independente ou parasitária. Presente em variados ambientes, acaba por propiciar o surgimento de infecções oportunistas, notavelmente a ceratite por Acanthamoeba (CA) que embora seja uma patologia rara, possui elevada morbidade. No ciclo de vida da Acanthamoeba, observam-se dois estágios morfológicos: os trofozoítos, que representam a forma ativa e produzem a infecção humana, e os cistos que são a forma de cronificação não responsiva ao tratamento, caracterizada pela formação de uma dupla parede densa, resistindo no ambiente por vários anos, preservando sua patogenicidade. O desenvolvimento de CA é associado ao trauma ocular e, principalmente, ao uso inadequado de lentes de contato, facilitando a invasão do parasita. O tratamento envolve a administração tópica dos colírios Isotionato de Propamidina (Brolene®) e Polihexametil Biguanida que apresenta elevada toxicidade. Dada a crescente incidência de casos de CA nos últimos anos e a duração prolongada das terapias atuais, que se estendem de seis meses a um ano, estuda-se a possibilidade de empregar o tratamento eletrocêutico (eletroporação) como alternativa, baseando-se em estudos anteriores. Essa abordagem busca superar a dificuldade dos colírios em penetrar a parede dupla do cisto, já que a eletroporação desestabiliza a membrana/parede dos trofozoítos e cistos temporariamente. Este estudo objetiva avaliar se a combinação da eletroporação com as terapias convencionais pode encurtar e aprimorar o tratamento, sem causar danos significativos às células epiteliais da córnea e reduzir a necessidade de transplantes corneanos em pacientes afetados pela doença. (AU)

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